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Question 1 of 29
1. Question
Uma Fintech de pagamentos digitais em rápida expansão está formalizando sua estrutura de governança corporativa. O Diretor de Auditoria Interna recém-contratado está redigindo o Estatuto de Auditoria Interna para garantir que a função tenha o suporte necessário para avaliar os controles de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD). De acordo com os padrões do IIA, qual procedimento é essencial para a validação e eficácia deste documento?
Correct
Correto: O Estatuto de Auditoria Interna é um documento formal que define o propósito, a autoridade e a responsabilidade da atividade. A aprovação pelo conselho (Board) é um requisito fundamental para garantir a independência organizacional e fornecer a autoridade necessária para o acesso irrestrito a registros, pessoal e propriedades físicas relevantes para a execução dos trabalhos.
Incorreto: A aprovação pelo CFO ou apenas pela gestão compromete a independência funcional da auditoria em relação aos processos que ela deve supervisionar. A revisão exclusiva pela própria equipe de auditoria ignora a necessidade de supervisão e aprovação pela governança superior. Priorizar consultoria em detrimento da garantia (assurance) desvirtua a missão principal da auditoria interna de fornecer avaliações independentes sobre a eficácia dos controles de risco e conformidade.
Conclusão: A aprovação formal do estatuto pelo conselho é indispensável para estabelecer a independência e a autoridade da auditoria interna na estrutura de governança.
Incorrect
Correto: O Estatuto de Auditoria Interna é um documento formal que define o propósito, a autoridade e a responsabilidade da atividade. A aprovação pelo conselho (Board) é um requisito fundamental para garantir a independência organizacional e fornecer a autoridade necessária para o acesso irrestrito a registros, pessoal e propriedades físicas relevantes para a execução dos trabalhos.
Incorreto: A aprovação pelo CFO ou apenas pela gestão compromete a independência funcional da auditoria em relação aos processos que ela deve supervisionar. A revisão exclusiva pela própria equipe de auditoria ignora a necessidade de supervisão e aprovação pela governança superior. Priorizar consultoria em detrimento da garantia (assurance) desvirtua a missão principal da auditoria interna de fornecer avaliações independentes sobre a eficácia dos controles de risco e conformidade.
Conclusão: A aprovação formal do estatuto pelo conselho é indispensável para estabelecer a independência e a autoridade da auditoria interna na estrutura de governança.
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Question 2 of 29
2. Question
Uma Fintech de rápido crescimento está implementando um novo sistema de monitoramento de transações baseado em inteligência artificial para fortalecer seu programa de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (AML). O Diretor de Auditoria Interna (CAE) foi convidado pela Gerência de Conformidade para participar do comitê de design do sistema, fornecendo recomendações sobre controles internos e eficiência do fluxo de trabalho antes da implementação oficial. Considerando as Normas Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna do IIA sobre independência e objetividade, qual é a conduta correta para o CAE?
Correct
Correto: De acordo com as normas do IIA, a auditoria interna pode fornecer serviços de consultoria, como o aconselhamento no design de controles, sem comprometer necessariamente a independência. No entanto, o auditor deve evitar assumir responsabilidades de gestão (tomada de decisão) e deve mitigar ameaças à objetividade, garantindo que os auditores que realizarem futuras avaliações de garantia (assurance) sobre o sistema não tenham participado do seu desenvolvimento.
Incorreto: Recusar o convite ignora a missão da auditoria interna de agregar valor e melhorar as operações da organização através de serviços de consultoria. Assumir a responsabilidade pela aprovação de parâmetros ou a autoridade de supervisão operacional são violações graves da independência organizacional e da objetividade individual, pois o auditor estaria auditando suas próprias decisões de gestão ou funções operacionais.
Conclusão: A auditoria interna pode prestar serviços de consultoria em novos sistemas, desde que não tome decisões de gestão e proteja a objetividade em futuros trabalhos de garantia.
Incorrect
Correto: De acordo com as normas do IIA, a auditoria interna pode fornecer serviços de consultoria, como o aconselhamento no design de controles, sem comprometer necessariamente a independência. No entanto, o auditor deve evitar assumir responsabilidades de gestão (tomada de decisão) e deve mitigar ameaças à objetividade, garantindo que os auditores que realizarem futuras avaliações de garantia (assurance) sobre o sistema não tenham participado do seu desenvolvimento.
Incorreto: Recusar o convite ignora a missão da auditoria interna de agregar valor e melhorar as operações da organização através de serviços de consultoria. Assumir a responsabilidade pela aprovação de parâmetros ou a autoridade de supervisão operacional são violações graves da independência organizacional e da objetividade individual, pois o auditor estaria auditando suas próprias decisões de gestão ou funções operacionais.
Conclusão: A auditoria interna pode prestar serviços de consultoria em novos sistemas, desde que não tome decisões de gestão e proteja a objetividade em futuros trabalhos de garantia.
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Question 3 of 29
3. Question
Uma Fintech de rápido crescimento está expandindo suas operações de monitoramento de transações para incluir novos ativos virtuais. Recentemente, um auditor interno sênior foi designado para liderar a auditoria de eficácia dos controles de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD) no departamento de conformidade. No entanto, este auditor trabalhou como Gerente de Monitoramento de Transações na mesma unidade de conformidade há apenas oito meses, tendo sido responsável pelo desenho de vários dos alertas que agora serão testados. Qual é a ação mais apropriada para garantir a conformidade com os padrões de independência e objetividade?
Correct
Correto: De acordo com os padrões internacionais do IIA, a objetividade individual é considerada prejudicada se um auditor interno realizar serviços de garantia (assurance) para uma atividade pela qual tenha tido responsabilidade operacional no ano anterior (12 meses). Como o auditor foi gerente da área há apenas oito meses, ele não pode auditar seu próprio trabalho anterior, pois isso cria um conflito de interesses e risco de auto-revisão.
Incorreto: A revisão por pares ou a divulgação formal não são suficientes para mitigar o prejuízo à objetividade quando o período de carência de um ano não foi respeitado. A aprovação do Comitê de Auditoria não substitui o cumprimento dos padrões profissionais fundamentais de independência. Atuar como consultor técnico na mesma auditoria ainda permitiria que o auditor influenciasse a avaliação de processos que ele mesmo desenhou, mantendo o conflito de interesses.
Conclusão: Auditores internos devem abster-se de auditar atividades pelas quais foram responsáveis operacionalmente nos últimos 12 meses para garantir a objetividade e evitar conflitos de interesse.
Incorrect
Correto: De acordo com os padrões internacionais do IIA, a objetividade individual é considerada prejudicada se um auditor interno realizar serviços de garantia (assurance) para uma atividade pela qual tenha tido responsabilidade operacional no ano anterior (12 meses). Como o auditor foi gerente da área há apenas oito meses, ele não pode auditar seu próprio trabalho anterior, pois isso cria um conflito de interesses e risco de auto-revisão.
Incorreto: A revisão por pares ou a divulgação formal não são suficientes para mitigar o prejuízo à objetividade quando o período de carência de um ano não foi respeitado. A aprovação do Comitê de Auditoria não substitui o cumprimento dos padrões profissionais fundamentais de independência. Atuar como consultor técnico na mesma auditoria ainda permitiria que o auditor influenciasse a avaliação de processos que ele mesmo desenhou, mantendo o conflito de interesses.
Conclusão: Auditores internos devem abster-se de auditar atividades pelas quais foram responsáveis operacionalmente nos últimos 12 meses para garantir a objetividade e evitar conflitos de interesse.
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Question 4 of 29
4. Question
O Diretor Executivo de Auditoria (CAE) de uma Fintech de pagamentos digitais está finalizando o Estatuto de Auditoria Interna. Durante uma reunião de planejamento estratégico, o Diretor de Operações (COO) sugere que a equipe de auditoria interna assuma a responsabilidade pela aprovação final de todos os novos fluxos de trabalho de KYC (Know Your Customer) antes da implementação, visando garantir que os controles sejam robustos desde o início. Como o CAE deve responder a essa solicitação para manter a conformidade com os padrões de independência e objetividade do IIA?
Correct
Correto: A objetividade dos auditores internos é considerada prejudicada se eles assumirem responsabilidades operacionais, como a aprovação de processos, sistemas ou transações. De acordo com as normas do IIA, para manter a imparcialidade, a auditoria interna pode fornecer recomendações e insights durante o design de processos, mas não deve participar da execução ou da tomada de decisão gerencial, pois isso criaria um conflito de interesses ao auditar a eficácia desses mesmos processos no futuro.
Incorreto: Designar equipes diferentes dentro do mesmo departamento não elimina o conflito de interesse organizacional, pois a atividade de auditoria interna estaria, em última análise, revisando o trabalho pelo qual é responsável. Serviços de consultoria podem fornecer aconselhamento, mas o auditor nunca deve assumir a responsabilidade de gestão ou aprovação operacional. A aprovação do conselho ou a atualização do estatuto para incluir funções de gestão violaria os princípios fundamentais de independência organizacional e objetividade individual.
Conclusão: Auditores internos devem abster-se de assumir responsabilidades operacionais ou de gestão para preservar a objetividade necessária em avaliações independentes.
Incorrect
Correto: A objetividade dos auditores internos é considerada prejudicada se eles assumirem responsabilidades operacionais, como a aprovação de processos, sistemas ou transações. De acordo com as normas do IIA, para manter a imparcialidade, a auditoria interna pode fornecer recomendações e insights durante o design de processos, mas não deve participar da execução ou da tomada de decisão gerencial, pois isso criaria um conflito de interesses ao auditar a eficácia desses mesmos processos no futuro.
Incorreto: Designar equipes diferentes dentro do mesmo departamento não elimina o conflito de interesse organizacional, pois a atividade de auditoria interna estaria, em última análise, revisando o trabalho pelo qual é responsável. Serviços de consultoria podem fornecer aconselhamento, mas o auditor nunca deve assumir a responsabilidade de gestão ou aprovação operacional. A aprovação do conselho ou a atualização do estatuto para incluir funções de gestão violaria os princípios fundamentais de independência organizacional e objetividade individual.
Conclusão: Auditores internos devem abster-se de assumir responsabilidades operacionais ou de gestão para preservar a objetividade necessária em avaliações independentes.
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Question 5 of 29
5. Question
Uma Fintech de pagamentos digitais está revisando sua estrutura de governança após uma rodada de investimentos Série B. O Diretor Executivo de Auditoria (CAE) foi encarregado de redigir o novo Estatuto de Auditoria Interna para alinhar a função aos Padrões Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna do IIA. Durante a redação, surge um debate sobre como garantir que a auditoria permaneça livre de interferências ao determinar o escopo das auditorias de conformidade com AML. Qual disposição deve ser incluída no Estatuto para melhor apoiar a independência organizacional da função?
Correct
Correto: De acordo com os padrões do IIA, a independência organizacional é alcançada de forma mais eficaz quando o Diretor Executivo de Auditoria (CAE) reporta funcionalmente ao Conselho. Isso permite que a auditoria interna cumpra suas responsabilidades sem interferência da gerência, garantindo que o estatuto formalize o acesso irrestrito a informações e o suporte do órgão de governança mais elevado.
Incorreto: O reporte exclusivo ao Diretor de Conformidade (CCO) ou ao Diretor Financeiro (CFO) para aprovação de planos ou orçamentos pode criar conflitos de interesse e limitar a independência da auditoria, pois essas áreas são frequentemente objeto de auditoria. Além disso, atribuir responsabilidades operacionais ou de gestão de riscos aos auditores compromete a objetividade, pois eles estariam auditando seu próprio trabalho ou decisões de gestão.
Conclusão: A independência da auditoria interna é garantida pelo reporte funcional ao Conselho e pela ausência de responsabilidades operacionais que possam comprometer a objetividade.
Incorrect
Correto: De acordo com os padrões do IIA, a independência organizacional é alcançada de forma mais eficaz quando o Diretor Executivo de Auditoria (CAE) reporta funcionalmente ao Conselho. Isso permite que a auditoria interna cumpra suas responsabilidades sem interferência da gerência, garantindo que o estatuto formalize o acesso irrestrito a informações e o suporte do órgão de governança mais elevado.
Incorreto: O reporte exclusivo ao Diretor de Conformidade (CCO) ou ao Diretor Financeiro (CFO) para aprovação de planos ou orçamentos pode criar conflitos de interesse e limitar a independência da auditoria, pois essas áreas são frequentemente objeto de auditoria. Além disso, atribuir responsabilidades operacionais ou de gestão de riscos aos auditores compromete a objetividade, pois eles estariam auditando seu próprio trabalho ou decisões de gestão.
Conclusão: A independência da auditoria interna é garantida pelo reporte funcional ao Conselho e pela ausência de responsabilidades operacionais que possam comprometer a objetividade.
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Question 6 of 29
6. Question
Uma Fintech de rápido crescimento está em processo de formalização de sua função de auditoria interna para atender aos novos requisitos regulatórios. O Diretor de Auditoria Interna (CAE) foi encarregado de redigir o Estatuto de Auditoria Interna (Internal Audit Charter) para apresentação ao Comitê de Auditoria. Durante a redação, surge um debate sobre como garantir que a atividade de auditoria mantenha sua independência organizacional e a autoridade necessária para atuar em todos os departamentos. De acordo com as normas do IIA e os fundamentos da auditoria interna, qual elemento é indispensável para compor este documento?
Correct
Correto: O Estatuto de Auditoria Interna deve formalizar a posição da atividade dentro da organização, incluindo o reporte funcional ao Conselho (ou Comitê de Auditoria) para assegurar a independência organizacional. Além disso, deve definir explicitamente o propósito, a autoridade e a responsabilidade, garantindo o acesso necessário a informações, pessoas e ativos para o cumprimento de sua missão conforme os Padrões Internacionais do IIA.
Incorreto: O plano de auditoria deve ser aprovado pelo Conselho e não apenas pelo CFO, para evitar conflitos de interesse; a participação em funções de gestão ou decisões operacionais compromete gravemente a objetividade e a independência do auditor interno; e a missão da auditoria interna é abrangente, devendo avaliar processos de governança, gerenciamento de riscos e controles, não se limitando apenas a erros contábeis.
Conclusão: A independência organizacional é garantida pelo reporte funcional ao órgão de governança e pela autoridade formalizada no Estatuto de Auditoria Interna, que deve garantir acesso total aos recursos da organização.
Incorrect
Correto: O Estatuto de Auditoria Interna deve formalizar a posição da atividade dentro da organização, incluindo o reporte funcional ao Conselho (ou Comitê de Auditoria) para assegurar a independência organizacional. Além disso, deve definir explicitamente o propósito, a autoridade e a responsabilidade, garantindo o acesso necessário a informações, pessoas e ativos para o cumprimento de sua missão conforme os Padrões Internacionais do IIA.
Incorreto: O plano de auditoria deve ser aprovado pelo Conselho e não apenas pelo CFO, para evitar conflitos de interesse; a participação em funções de gestão ou decisões operacionais compromete gravemente a objetividade e a independência do auditor interno; e a missão da auditoria interna é abrangente, devendo avaliar processos de governança, gerenciamento de riscos e controles, não se limitando apenas a erros contábeis.
Conclusão: A independência organizacional é garantida pelo reporte funcional ao órgão de governança e pela autoridade formalizada no Estatuto de Auditoria Interna, que deve garantir acesso total aos recursos da organização.
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Question 7 of 29
7. Question
Uma Fintech em fase de expansão global está revisando sua estrutura de governança para fortalecer a função de auditoria interna. O Diretor Executivo de Auditoria (CAE) está preparando o Estatuto de Auditoria Interna (Charter) para formalizar a atividade. De acordo com os Padrões Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna do IIA, qual das seguintes configurações de reporte e aprovação melhor garante a independência organizacional da atividade de auditoria interna?
Correct
Correto: A independência organizacional é alcançada de forma eficaz quando o Diretor Executivo de Auditoria (CAE) reporta funcionalmente ao Conselho de Administração. Isso permite que o Conselho aprove o Estatuto de Auditoria Interna, o plano de auditoria e as decisões de pessoal, garantindo que a auditoria interna opere sem interferência da gerência sênior. O reporte administrativo ao CEO é aceitável para as operações diárias da função.
Incorreto: Reportar ao CFO ou ao CCO prejudica a independência, pois essas áreas são frequentemente objeto de auditoria e podem exercer influência indevida sobre o escopo dos trabalhos. A falta de linhas de reporte formais (autonomia total) impede a governança adequada e o suporte necessário do Conselho. A aprovação do Estatuto exclusivamente pela gerência executiva, sem o aval do Conselho, retira a autoridade necessária da atividade de auditoria interna.
Conclusão: A independência da auditoria interna exige o reporte funcional ao Conselho de Administração e a aprovação formal do Estatuto de Auditoria por este órgão superior.
Incorrect
Correto: A independência organizacional é alcançada de forma eficaz quando o Diretor Executivo de Auditoria (CAE) reporta funcionalmente ao Conselho de Administração. Isso permite que o Conselho aprove o Estatuto de Auditoria Interna, o plano de auditoria e as decisões de pessoal, garantindo que a auditoria interna opere sem interferência da gerência sênior. O reporte administrativo ao CEO é aceitável para as operações diárias da função.
Incorreto: Reportar ao CFO ou ao CCO prejudica a independência, pois essas áreas são frequentemente objeto de auditoria e podem exercer influência indevida sobre o escopo dos trabalhos. A falta de linhas de reporte formais (autonomia total) impede a governança adequada e o suporte necessário do Conselho. A aprovação do Estatuto exclusivamente pela gerência executiva, sem o aval do Conselho, retira a autoridade necessária da atividade de auditoria interna.
Conclusão: A independência da auditoria interna exige o reporte funcional ao Conselho de Administração e a aprovação formal do Estatuto de Auditoria por este órgão superior.
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Question 8 of 29
8. Question
Uma Fintech em expansão está implementando um novo sistema automatizado de monitoramento de transações para conformidade com as normas de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (AML). O Diretor de Auditoria Interna (CAE) foi convidado pela alta administração para que sua equipe forneça serviços de consultoria no desenho dos controles internos do sistema. Um ano após a implementação, o plano de auditoria prevê uma avaliação de garantia (assurance) sobre a eficácia desses controles. Para manter a conformidade com os padrões de independência e objetividade, como o CAE deve proceder?
Correct
Correto: De acordo com as normas do IIA, a objetividade individual é considerada prejudicada se um auditor realizar um serviço de garantia em uma atividade na qual prestou serviços de consultoria no ano anterior. A solução mais adequada para manter a objetividade da função de auditoria interna é utilizar auditores diferentes, que não participaram do projeto de consultoria, para realizar a avaliação de garantia, evitando o risco de auto-revisão.
Incorreto: Permitir que os mesmos auditores avaliem o trabalho que ajudaram a desenhar compromete a objetividade, mesmo com limitações de escopo. Embora a administração seja sempre responsável pelo desenho dos sistemas, isso não remove o viés cognitivo do auditor que atuou como consultor. Delegar a função de auditoria permanentemente ao compliance ou aguardar dois anos são medidas que não estão alinhadas com as melhores práticas de governança e com a necessidade de avaliações periódicas independentes.
Conclusão: A objetividade em serviços de garantia é preservada ao garantir que os auditores designados não tenham tido responsabilidades operacionais ou de consultoria recente sobre o objeto da auditoria.
Incorrect
Correto: De acordo com as normas do IIA, a objetividade individual é considerada prejudicada se um auditor realizar um serviço de garantia em uma atividade na qual prestou serviços de consultoria no ano anterior. A solução mais adequada para manter a objetividade da função de auditoria interna é utilizar auditores diferentes, que não participaram do projeto de consultoria, para realizar a avaliação de garantia, evitando o risco de auto-revisão.
Incorreto: Permitir que os mesmos auditores avaliem o trabalho que ajudaram a desenhar compromete a objetividade, mesmo com limitações de escopo. Embora a administração seja sempre responsável pelo desenho dos sistemas, isso não remove o viés cognitivo do auditor que atuou como consultor. Delegar a função de auditoria permanentemente ao compliance ou aguardar dois anos são medidas que não estão alinhadas com as melhores práticas de governança e com a necessidade de avaliações periódicas independentes.
Conclusão: A objetividade em serviços de garantia é preservada ao garantir que os auditores designados não tenham tido responsabilidades operacionais ou de consultoria recente sobre o objeto da auditoria.
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Question 9 of 29
9. Question
Uma Fintech de rápido crescimento está em processo de atualização de seu Estatuto de Auditoria Interna para garantir a conformidade com as Normas Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna. Durante uma reunião de planejamento estratégico, o Diretor de Tecnologia (CTO) solicita que o Diretor Executivo de Auditoria (CAE) assuma a liderança formal do projeto de implementação de um novo sistema automatizado de monitoramento de transações (TMS). O CTO argumenta que a expertise da auditoria garantirá que os controles de conformidade sejam integrados desde o design. Considerando os princípios de independência e objetividade do IIA, qual é a resposta mais adequada do CAE?
Correct
Correto: De acordo com as normas do IIA, para manter a objetividade, os auditores internos não devem assumir responsabilidades operacionais ou de gestão, como a implementação de sistemas. Atuar em caráter consultivo permite que a auditoria agregue valor e melhore os processos de governança e controle sem comprometer sua capacidade de avaliar o sistema de forma independente no futuro, desde que não tome decisões gerenciais.
Incorreto: Aceitar responsabilidades de gestão, como liderar a implementação de um sistema, cria um conflito de interesses direto que compromete a objetividade. O uso de auditores externos ou o reporte ao comitê não elimina o fato de que a função de auditoria interna estaria revisando seu próprio trabalho de design e execução. Além disso, o período de carência recomendado para auditar áreas de responsabilidade anterior é de pelo menos um ano, e não seis meses.
Conclusão: A auditoria interna deve evitar assumir funções de gestão e responsabilidades operacionais para preservar a objetividade necessária para avaliações independentes futuras.
Incorrect
Correto: De acordo com as normas do IIA, para manter a objetividade, os auditores internos não devem assumir responsabilidades operacionais ou de gestão, como a implementação de sistemas. Atuar em caráter consultivo permite que a auditoria agregue valor e melhore os processos de governança e controle sem comprometer sua capacidade de avaliar o sistema de forma independente no futuro, desde que não tome decisões gerenciais.
Incorreto: Aceitar responsabilidades de gestão, como liderar a implementação de um sistema, cria um conflito de interesses direto que compromete a objetividade. O uso de auditores externos ou o reporte ao comitê não elimina o fato de que a função de auditoria interna estaria revisando seu próprio trabalho de design e execução. Além disso, o período de carência recomendado para auditar áreas de responsabilidade anterior é de pelo menos um ano, e não seis meses.
Conclusão: A auditoria interna deve evitar assumir funções de gestão e responsabilidades operacionais para preservar a objetividade necessária para avaliações independentes futuras.
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Question 10 of 29
10. Question
Um auditor interno sênior de uma Fintech de pagamentos instantâneos participou ativamente, durante quatro meses, de um grupo de trabalho focado no desenho e implementação dos controles de monitoramento de transações para um novo serviço de remessas internacionais. Sete meses após a implementação bem-sucedida do sistema, o Diretor de Auditoria Interna (CAE) designa este mesmo auditor para liderar uma avaliação de garantia sobre a eficácia operacional desses controles específicos. Considerando as normas de Independência e Objetividade, qual é a ação correta a ser tomada pelo auditor?
Correct
Correto: De acordo com os padrões profissionais de auditoria interna, a objetividade individual é considerada prejudicada se um auditor realizar serviços de avaliação para uma atividade pela qual teve responsabilidade operacional ou de design no ano anterior. Como o auditor participou do desenho dos controles há apenas sete meses, ele deve se abster de auditar essa área específica para garantir a imparcialidade dos resultados.
Incorreto: A utilização de uma equipe de suporte não elimina o prejuízo à objetividade do líder do trabalho. Embora o conhecimento prévio aumente a proficiência, ele não substitui a necessidade de independência mental e objetividade. A divulgação de conflitos de interesse deve ocorrer antes do início do trabalho para permitir a reatribuição da tarefa, e não apenas como uma nota informativa no relatório final após a conclusão da auditoria.
Conclusão: Auditores internos devem evitar auditar atividades ou processos pelos quais foram responsáveis no último ano para preservar a objetividade e a integridade dos serviços de avaliação de garantia (assurance).
Incorrect
Correto: De acordo com os padrões profissionais de auditoria interna, a objetividade individual é considerada prejudicada se um auditor realizar serviços de avaliação para uma atividade pela qual teve responsabilidade operacional ou de design no ano anterior. Como o auditor participou do desenho dos controles há apenas sete meses, ele deve se abster de auditar essa área específica para garantir a imparcialidade dos resultados.
Incorreto: A utilização de uma equipe de suporte não elimina o prejuízo à objetividade do líder do trabalho. Embora o conhecimento prévio aumente a proficiência, ele não substitui a necessidade de independência mental e objetividade. A divulgação de conflitos de interesse deve ocorrer antes do início do trabalho para permitir a reatribuição da tarefa, e não apenas como uma nota informativa no relatório final após a conclusão da auditoria.
Conclusão: Auditores internos devem evitar auditar atividades ou processos pelos quais foram responsáveis no último ano para preservar a objetividade e a integridade dos serviços de avaliação de garantia (assurance).
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Question 11 of 29
11. Question
Uma Fintech de pagamentos digitais em expansão internacional contratou um novo Diretor de Auditoria Interna (CAE). Durante a fase de estruturação do departamento, o CAE identifica que a cultura organizacional é fortemente voltada para resultados rápidos, e o Diretor Financeiro (CFO) sugere que a auditoria interna reporte-se diretamente a ele para facilitar a alocação de recursos e a agilidade nos processos. Para manter a independência organizacional e a objetividade, conforme os padrões do IIA e os fundamentos de auditoria interna, qual deve ser a estrutura de reporte definida no Estatuto de Auditoria Interna?
Correct
Correto: A independência organizacional é alcançada quando o Diretor de Auditoria Interna (CAE) se reporta funcionalmente ao Conselho. Isso permite que o Conselho aprove o Estatuto de Auditoria, o plano de auditoria e as decisões de pessoal, protegendo a função de interferências da gestão. O reporte administrativo a um executivo sênior, como o CEO, é aceitável para lidar com as operações diárias e necessidades de recursos.
Incorreto: Reportar-se funcionalmente ao CFO ou ao CRO prejudica a independência, pois esses executivos gerenciam áreas que são objetos frequentes de auditoria, criando conflitos de interesse. Reportar-se apenas a reguladores externos ignora o papel da auditoria interna na governança corporativa da organização. Focar exclusivamente em consultoria desvirtua a missão da auditoria interna de fornecer serviços de avaliação (assurance) independentes e objetivos.
Conclusão: A independência da auditoria interna é garantida pelo reporte funcional ao Conselho e administrativo à alta gestão, formalizado em um Estatuto aprovado pelo Conselho.
Incorrect
Correto: A independência organizacional é alcançada quando o Diretor de Auditoria Interna (CAE) se reporta funcionalmente ao Conselho. Isso permite que o Conselho aprove o Estatuto de Auditoria, o plano de auditoria e as decisões de pessoal, protegendo a função de interferências da gestão. O reporte administrativo a um executivo sênior, como o CEO, é aceitável para lidar com as operações diárias e necessidades de recursos.
Incorreto: Reportar-se funcionalmente ao CFO ou ao CRO prejudica a independência, pois esses executivos gerenciam áreas que são objetos frequentes de auditoria, criando conflitos de interesse. Reportar-se apenas a reguladores externos ignora o papel da auditoria interna na governança corporativa da organização. Focar exclusivamente em consultoria desvirtua a missão da auditoria interna de fornecer serviços de avaliação (assurance) independentes e objetivos.
Conclusão: A independência da auditoria interna é garantida pelo reporte funcional ao Conselho e administrativo à alta gestão, formalizado em um Estatuto aprovado pelo Conselho.
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Question 12 of 29
12. Question
Um auditor interno sênior em uma Fintech de pagamentos digitais foi designado para realizar uma auditoria de garantia (assurance) sobre o sistema de monitoramento de transações AML. O auditor atuou como Gerente de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (MLRO) da mesma Fintech até oito meses atrás. Considerando os padrões de independência e objetividade exigidos para a prática profissional de auditoria interna, qual é a conduta correta a ser adotada?
Correct
Correto: De acordo com os padrões internacionais do IIA, a objetividade individual é considerada prejudicada se um auditor interno realizar serviços de garantia para uma atividade pela qual tenha tido responsabilidade operacional ou gerencial no ano anterior (período de 12 meses). Como o auditor foi o MLRO há apenas oito meses, ele não possui a imparcialidade necessária para auditar seus próprios processos, decisões ou a estrutura que ele mesmo ajudou a gerenciar.
Incorreto: Limitar o escopo a processos novos não elimina o risco de viés cognitivo sobre a estrutura de controle herdada. A revisão por consultores externos ou a alteração temporária da linha de reporte funcional são medidas de mitigação de independência organizacional, mas não resolvem o impedimento técnico da objetividade individual para serviços de garantia dentro do prazo de um ano. A transparência não substitui o cumprimento do período de carência exigido pelas normas profissionais.
Conclusão: A objetividade do auditor interno é tecnicamente comprometida se ele realizar serviços de garantia em áreas de sua responsabilidade operacional antes de decorrido o prazo de um ano.
Incorrect
Correto: De acordo com os padrões internacionais do IIA, a objetividade individual é considerada prejudicada se um auditor interno realizar serviços de garantia para uma atividade pela qual tenha tido responsabilidade operacional ou gerencial no ano anterior (período de 12 meses). Como o auditor foi o MLRO há apenas oito meses, ele não possui a imparcialidade necessária para auditar seus próprios processos, decisões ou a estrutura que ele mesmo ajudou a gerenciar.
Incorreto: Limitar o escopo a processos novos não elimina o risco de viés cognitivo sobre a estrutura de controle herdada. A revisão por consultores externos ou a alteração temporária da linha de reporte funcional são medidas de mitigação de independência organizacional, mas não resolvem o impedimento técnico da objetividade individual para serviços de garantia dentro do prazo de um ano. A transparência não substitui o cumprimento do período de carência exigido pelas normas profissionais.
Conclusão: A objetividade do auditor interno é tecnicamente comprometida se ele realizar serviços de garantia em áreas de sua responsabilidade operacional antes de decorrido o prazo de um ano.
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Question 13 of 29
13. Question
Uma Fintech de rápido crescimento está desenvolvendo uma nova plataforma de pagamentos instantâneos. O Comitê de Auditoria solicita que o Diretor de Auditoria Interna (CAE) forneça orientações consultivas sobre o design dos controles de prevenção à lavagem de dinheiro (AML) antes da implementação do sistema. Simultaneamente, o plano de auditoria anual prevê uma auditoria de garantia (assurance) sobre a eficácia desses mesmos controles seis meses após o lançamento. Considerando as normas de Independência e Objetividade, como a atividade de auditoria interna deve gerenciar esta situação?
Correct
Correto: De acordo com as normas do IIA, a auditoria interna pode fornecer serviços de consultoria, como o aconselhamento no design de controles. No entanto, para manter a objetividade individual, os auditores que prestaram o serviço de consultoria não devem realizar serviços de garantia sobre a mesma área por um período determinado (geralmente um ano), evitando o risco de autorrevisão.
Incorreto: Recusar o serviço de consultoria é desnecessário, pois a consultoria é uma das missões fundamentais da auditoria interna para agregar valor. Utilizar os mesmos auditores para ambas as funções compromete gravemente a objetividade, pois o auditor estaria avaliando seu próprio trabalho anterior. Transferir a garantia para a conformidade não resolve o problema da responsabilidade da auditoria interna em fornecer avaliações independentes ao conselho.
Conclusão: A auditoria interna pode realizar serviços de consultoria e garantia sobre o mesmo objeto, desde que utilize equipes distintas ou observe um período de carência para proteger a objetividade do auditor.
Incorrect
Correto: De acordo com as normas do IIA, a auditoria interna pode fornecer serviços de consultoria, como o aconselhamento no design de controles. No entanto, para manter a objetividade individual, os auditores que prestaram o serviço de consultoria não devem realizar serviços de garantia sobre a mesma área por um período determinado (geralmente um ano), evitando o risco de autorrevisão.
Incorreto: Recusar o serviço de consultoria é desnecessário, pois a consultoria é uma das missões fundamentais da auditoria interna para agregar valor. Utilizar os mesmos auditores para ambas as funções compromete gravemente a objetividade, pois o auditor estaria avaliando seu próprio trabalho anterior. Transferir a garantia para a conformidade não resolve o problema da responsabilidade da auditoria interna em fornecer avaliações independentes ao conselho.
Conclusão: A auditoria interna pode realizar serviços de consultoria e garantia sobre o mesmo objeto, desde que utilize equipes distintas ou observe um período de carência para proteger a objetividade do auditor.
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Question 14 of 29
14. Question
O Diretor de Auditoria Interna (CAE) de uma Fintech em fase de expansão global está revisando o rascunho do Estatuto de Auditoria Interna antes da próxima reunião de governança. Durante uma reunião de alinhamento, o Diretor Financeiro (CFO) sugere que, para otimizar processos, o Estatuto deve prever que o acesso a dados sensíveis de clientes seja solicitado formalmente à diretoria de tecnologia em cada novo projeto, e que a aprovação final do Estatuto seja feita pelo Comitê Executivo. Considerando as normas do IIA e os princípios de independência e autoridade, qual deve ser a postura do CAE?
Correct
Correto: De acordo com as normas do IIA, o Estatuto de Auditoria Interna deve ser um documento formal aprovado pelo Conselho (Board) para estabelecer a independência organizacional da atividade. Além disso, o Estatuto deve definir claramente a autoridade da auditoria, o que inclui o acesso irrestrito a todos os registros, propriedades e pessoal necessários para o cumprimento de sua missão, sem a necessidade de autorizações pontuais da gerência que possam impedir o trabalho.
Incorreto: A aprovação apenas pelo Comitê Executivo compromete a independência organizacional, pois a auditoria deve estar posicionada acima da gestão que ela audita. Delegar o controle de acesso a dados a outros comitês ou exigir autorizações caso a caso cria barreiras à autoridade do auditor e pode ocultar áreas de risco. A validação por auditores externos não substitui a necessidade de aprovação pelo órgão de governança interna da organização.
Conclusão: O Estatuto de Auditoria Interna deve ser aprovado pelo Conselho e garantir acesso irrestrito a informações para assegurar a independência e a autoridade da função dentro da organização.
Incorrect
Correto: De acordo com as normas do IIA, o Estatuto de Auditoria Interna deve ser um documento formal aprovado pelo Conselho (Board) para estabelecer a independência organizacional da atividade. Além disso, o Estatuto deve definir claramente a autoridade da auditoria, o que inclui o acesso irrestrito a todos os registros, propriedades e pessoal necessários para o cumprimento de sua missão, sem a necessidade de autorizações pontuais da gerência que possam impedir o trabalho.
Incorreto: A aprovação apenas pelo Comitê Executivo compromete a independência organizacional, pois a auditoria deve estar posicionada acima da gestão que ela audita. Delegar o controle de acesso a dados a outros comitês ou exigir autorizações caso a caso cria barreiras à autoridade do auditor e pode ocultar áreas de risco. A validação por auditores externos não substitui a necessidade de aprovação pelo órgão de governança interna da organização.
Conclusão: O Estatuto de Auditoria Interna deve ser aprovado pelo Conselho e garantir acesso irrestrito a informações para assegurar a independência e a autoridade da função dentro da organização.
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Question 15 of 29
15. Question
Uma Fintech de rápido crescimento está implementando um novo sistema de monitoramento de transações baseado em inteligência artificial para fortalecer seu programa de AML. O Diretor de Auditoria Interna (CAE) foi convidado pela Gerência de Riscos e Conformidade para participar ativamente do comitê de seleção do fornecedor e, posteriormente, ajudar a definir os parâmetros críticos de alerta do sistema antes da sua entrada em produção. Considerando os padrões de independência e objetividade, qual deve ser a postura do CAE nesta situação?
Correct
Correto: De acordo com os padrões do IIA, a auditoria interna pode fornecer serviços de consultoria, como aconselhamento sobre controles e riscos em novos sistemas. No entanto, para manter a independência organizacional e a objetividade individual, os auditores não devem assumir responsabilidades de gestão, como a seleção final de fornecedores ou a definição de parâmetros operacionais, pois isso caracterizaria a auditoria do próprio trabalho em avaliações futuras.
Incorreto: Recusar totalmente a participação ignora o valor estratégico dos serviços de consultoria que a auditoria pode oferecer para prevenir falhas de controle. Assumir a liderança do comitê ou participar da tomada de decisão operacional são funções de gestão que comprometem a independência, independentemente de revisões externas posteriores. A simples segregação de membros da equipe interna não elimina o prejuízo à objetividade do CAE, que possui a responsabilidade final sobre os resultados da atividade de auditoria.
Conclusão: A auditoria interna deve atuar como consultora em novos projetos de Fintech, fornecendo insights sobre riscos sem assumir autoridade decisória ou responsabilidades operacionais.
Incorrect
Correto: De acordo com os padrões do IIA, a auditoria interna pode fornecer serviços de consultoria, como aconselhamento sobre controles e riscos em novos sistemas. No entanto, para manter a independência organizacional e a objetividade individual, os auditores não devem assumir responsabilidades de gestão, como a seleção final de fornecedores ou a definição de parâmetros operacionais, pois isso caracterizaria a auditoria do próprio trabalho em avaliações futuras.
Incorreto: Recusar totalmente a participação ignora o valor estratégico dos serviços de consultoria que a auditoria pode oferecer para prevenir falhas de controle. Assumir a liderança do comitê ou participar da tomada de decisão operacional são funções de gestão que comprometem a independência, independentemente de revisões externas posteriores. A simples segregação de membros da equipe interna não elimina o prejuízo à objetividade do CAE, que possui a responsabilidade final sobre os resultados da atividade de auditoria.
Conclusão: A auditoria interna deve atuar como consultora em novos projetos de Fintech, fornecendo insights sobre riscos sem assumir autoridade decisória ou responsabilidades operacionais.
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Question 16 of 29
16. Question
O Diretor de Compliance (CCO) de uma Fintech em rápida expansão enviou uma mensagem ao Diretor de Auditoria Interna (CAE) solicitando que a equipe de auditoria assuma a responsabilidade direta pelo design e implementação dos novos algoritmos de monitoramento de transações para mitigar riscos de lavagem de dinheiro. O CCO argumenta que a expertise técnica da auditoria garantirá que o sistema seja robusto e esteja em conformidade desde o primeiro dia. Considerando as Normas Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna (IIA) e os princípios de independência e objetividade, qual deve ser a resposta do CAE?
Correct
Correto: De acordo com os padrões do IIA, a objetividade é comprometida se os auditores internos assumirem responsabilidades operacionais, como o design ou a implementação de controles. No entanto, a auditoria interna pode fornecer serviços de consultoria, oferecendo recomendações e insights técnicos, desde que não tome decisões de gestão nem assuma a responsabilidade pela execução, preservando assim a capacidade de auditar o sistema de forma imparcial no futuro.
Incorreto: Aceitar a responsabilidade direta pelo design (opção B) cria um conflito de interesses intransponível, pois a auditoria estaria revisando seu próprio trabalho. Uma isenção do conselho (opção C) não anula o prejuízo prático à objetividade individual do auditor. Contratar uma firma externa (opção D) pode mitigar o risco de auditoria, mas não resolve o fato de que a função de auditoria interna desviou-se de sua missão fundamental ao assumir funções de gestão, o que prejudica sua independência organizacional.
Conclusão: A auditoria interna deve atuar como um consultor crítico no design de controles, mas nunca assumir a responsabilidade pela implementação para não comprometer sua objetividade futura.
Incorrect
Correto: De acordo com os padrões do IIA, a objetividade é comprometida se os auditores internos assumirem responsabilidades operacionais, como o design ou a implementação de controles. No entanto, a auditoria interna pode fornecer serviços de consultoria, oferecendo recomendações e insights técnicos, desde que não tome decisões de gestão nem assuma a responsabilidade pela execução, preservando assim a capacidade de auditar o sistema de forma imparcial no futuro.
Incorreto: Aceitar a responsabilidade direta pelo design (opção B) cria um conflito de interesses intransponível, pois a auditoria estaria revisando seu próprio trabalho. Uma isenção do conselho (opção C) não anula o prejuízo prático à objetividade individual do auditor. Contratar uma firma externa (opção D) pode mitigar o risco de auditoria, mas não resolve o fato de que a função de auditoria interna desviou-se de sua missão fundamental ao assumir funções de gestão, o que prejudica sua independência organizacional.
Conclusão: A auditoria interna deve atuar como um consultor crítico no design de controles, mas nunca assumir a responsabilidade pela implementação para não comprometer sua objetividade futura.
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Question 17 of 29
17. Question
Você é o Diretor de Auditoria Interna (CAE) de uma Fintech que está expandindo suas operações de pagamento digital. Durante o planejamento de uma auditoria de garantia sobre a eficácia dos controles de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD), você designa um auditor sênior para avaliar o sistema de monitoramento de transações. O auditor informa que, há apenas sete meses, ele era o gestor operacional responsável pela calibração dos cenários de alerta desse mesmo sistema antes de ser transferido para a auditoria interna. Diante dessa situação, qual é a conduta correta a ser adotada para cumprir os padrões de objetividade?
Correct
Correto: De acordo com as normas do IIA (Padrão 1130.A1), a objetividade individual é considerada prejudicada se um auditor interno realizar serviços de garantia para uma atividade pela qual tenha tido responsabilidade operacional no ano anterior. Como o auditor foi o gestor do sistema há apenas sete meses, ele não pode auditar essa função, sendo necessária a sua reatribuição para evitar o risco de autorrevisão.
Incorreto: A revisão por supervisores ou declarações de imparcialidade não mitigam o prejuízo automático à objetividade definido pelo critério temporal de um ano. Transformar o trabalho em consultoria não resolve o problema ético fundamental, pois, embora a objetividade em consultoria seja avaliada de forma diferente, o auditor ainda estaria avaliando seu próprio trabalho anterior, o que compromete a integridade da função de auditoria.
Conclusão: Auditores internos não devem realizar serviços de garantia em áreas onde tiveram responsabilidade operacional nos últimos 12 meses para preservar a objetividade.
Incorrect
Correto: De acordo com as normas do IIA (Padrão 1130.A1), a objetividade individual é considerada prejudicada se um auditor interno realizar serviços de garantia para uma atividade pela qual tenha tido responsabilidade operacional no ano anterior. Como o auditor foi o gestor do sistema há apenas sete meses, ele não pode auditar essa função, sendo necessária a sua reatribuição para evitar o risco de autorrevisão.
Incorreto: A revisão por supervisores ou declarações de imparcialidade não mitigam o prejuízo automático à objetividade definido pelo critério temporal de um ano. Transformar o trabalho em consultoria não resolve o problema ético fundamental, pois, embora a objetividade em consultoria seja avaliada de forma diferente, o auditor ainda estaria avaliando seu próprio trabalho anterior, o que compromete a integridade da função de auditoria.
Conclusão: Auditores internos não devem realizar serviços de garantia em áreas onde tiveram responsabilidade operacional nos últimos 12 meses para preservar a objetividade.
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Question 18 of 29
18. Question
Uma Fintech de pagamentos digitais está realizando sua auditoria anual de conformidade com as normas de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (AML). O Diretor de Auditoria Interna designa um auditor sênior para liderar a avaliação da eficácia dos controles de Due Diligence de Clientes (CDD). No entanto, este auditor atuou como Gerente de Onboarding da mesma Fintech até sete meses atrás, sendo responsável pela aprovação de contas de alto risco. Considerando as Normas Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna (IIA) sobre objetividade, qual é a conduta correta para esta designação?
Correct
Correto: De acordo com a Norma 1130.A1 do IIA, a objetividade dos auditores internos é considerada prejudicada se eles realizarem serviços de avaliação (assurance) para uma atividade pela qual tiveram responsabilidade operacional no ano anterior (12 meses). Como o auditor saiu da função operacional há apenas sete meses, ele não possui a isenção necessária para avaliar o próprio trabalho ou o de seus antigos subordinados de forma imparcial.
Incorreto: A exclusão de contas específicas não resolve o viés cognitivo e a falta de isenção sobre os processos que o auditor ajudou a desenhar ou gerenciar. Declarações de imparcialidade e revisões de supervisão são salvaguardas importantes, mas não substituem a regra de interdição de 12 meses para funções de avaliação. Serviços de consultoria também podem apresentar conflitos de interesse se o auditor estiver avaliando sua própria gestão anterior, e a norma de 12 meses é rigorosa para garantir a integridade da auditoria.
Conclusão: A objetividade individual de um auditor interno é presumidamente prejudicada se ele auditar uma área onde teve responsabilidade operacional nos últimos 12 meses.
Incorrect
Correto: De acordo com a Norma 1130.A1 do IIA, a objetividade dos auditores internos é considerada prejudicada se eles realizarem serviços de avaliação (assurance) para uma atividade pela qual tiveram responsabilidade operacional no ano anterior (12 meses). Como o auditor saiu da função operacional há apenas sete meses, ele não possui a isenção necessária para avaliar o próprio trabalho ou o de seus antigos subordinados de forma imparcial.
Incorreto: A exclusão de contas específicas não resolve o viés cognitivo e a falta de isenção sobre os processos que o auditor ajudou a desenhar ou gerenciar. Declarações de imparcialidade e revisões de supervisão são salvaguardas importantes, mas não substituem a regra de interdição de 12 meses para funções de avaliação. Serviços de consultoria também podem apresentar conflitos de interesse se o auditor estiver avaliando sua própria gestão anterior, e a norma de 12 meses é rigorosa para garantir a integridade da auditoria.
Conclusão: A objetividade individual de um auditor interno é presumidamente prejudicada se ele auditar uma área onde teve responsabilidade operacional nos últimos 12 meses.
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Question 19 of 29
19. Question
De: Diretor de Auditoria Interna (CAE)
Para: Comitê de Auditoria e Riscos
Assunto: Alocação de Recursos para Auditoria de Sistemas AMLPrezados, estamos finalizando o planejamento para a auditoria de eficácia do nosso novo sistema de monitoramento de transações de Fintech. O Auditor Sênior selecionado para liderar a equipe atuou como Gerente de Implementação desse mesmo sistema até fevereiro deste ano, tendo migrado para a auditoria interna em março. Considerando que a auditoria está programada para iniciar em agosto, qual é a conduta correta para garantir a conformidade com as Normas Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna (IIA)?
Correct
Correto: De acordo com a Norma 1130.A1 do IIA, a objetividade dos auditores internos é considerada prejudicada se eles realizarem serviços de avaliação (assurance) para uma atividade pela qual tenham tido responsabilidade operacional no ano anterior (12 meses). Como o auditor foi o gerente do sistema há apenas seis meses, ele não pode auditar essa função específica, devendo ser reatribuído para evitar um conflito de interesses real ou aparente.
Incorreto: A opção B está incorreta porque a declaração de conflito não anula o impedimento normativo do período de 12 meses para serviços de assurance. A opção C está incorreta porque, embora a proficiência técnica seja importante, ela não se sobrepõe à necessidade de objetividade e independência. A opção D está incorreta porque a participação em qualquer fase do trabalho de avaliação (assurance) de uma área sob responsabilidade anterior recente compromete a integridade do processo de auditoria.
Conclusão: Auditores internos não devem realizar serviços de avaliação em atividades pelas quais foram responsáveis operacionalmente nos últimos 12 meses para preservar a objetividade individual.
Incorrect
Correto: De acordo com a Norma 1130.A1 do IIA, a objetividade dos auditores internos é considerada prejudicada se eles realizarem serviços de avaliação (assurance) para uma atividade pela qual tenham tido responsabilidade operacional no ano anterior (12 meses). Como o auditor foi o gerente do sistema há apenas seis meses, ele não pode auditar essa função específica, devendo ser reatribuído para evitar um conflito de interesses real ou aparente.
Incorreto: A opção B está incorreta porque a declaração de conflito não anula o impedimento normativo do período de 12 meses para serviços de assurance. A opção C está incorreta porque, embora a proficiência técnica seja importante, ela não se sobrepõe à necessidade de objetividade e independência. A opção D está incorreta porque a participação em qualquer fase do trabalho de avaliação (assurance) de uma área sob responsabilidade anterior recente compromete a integridade do processo de auditoria.
Conclusão: Auditores internos não devem realizar serviços de avaliação em atividades pelas quais foram responsáveis operacionalmente nos últimos 12 meses para preservar a objetividade individual.
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Question 20 of 29
20. Question
Um auditor interno sênior em uma Fintech de rápido crescimento foi convidado pela gerência de conformidade para atuar como consultor no design e implementação de um novo sistema automatizado de monitoramento de transações. O plano de auditoria anual prevê que este mesmo auditor realize uma auditoria de garantia sobre a eficácia operacional do departamento de conformidade em seis meses. De acordo com as Normas Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna (IIA), qual é a ação mais apropriada para manter a objetividade e a independência?
Correct
Correto: De acordo com as normas do IIA, a objetividade individual é considerada prejudicada se um auditor realizar um trabalho de garantia em uma área na qual tenha prestado serviços de consultoria recentemente. Para mitigar esse risco e permitir que a auditoria agregue valor através da consultoria, a atividade de auditoria interna deve ser estruturada de forma que diferentes membros da equipe realizem os serviços de consultoria e os de garantia subsequentes.
Incorreto: Recusar a consultoria é uma medida extrema que ignora a missão da auditoria interna de agregar valor e melhorar as operações. Permitir que o mesmo auditor realize ambos os trabalhos, mesmo sem poder de decisão, cria um conflito de interesses na avaliação de seu próprio trabalho anterior. Adiar a auditoria por dois anos é uma falha na gestão de riscos, pois a organização precisa de garantia sobre a eficácia dos controles em um prazo razoável, sendo a rotação de pessoal a solução normativa adequada.
Conclusão: Para preservar a objetividade, auditores internos não devem realizar serviços de garantia em atividades sobre as quais prestaram consultoria recente, exigindo a designação de profissionais distintos para cada função.
Incorrect
Correto: De acordo com as normas do IIA, a objetividade individual é considerada prejudicada se um auditor realizar um trabalho de garantia em uma área na qual tenha prestado serviços de consultoria recentemente. Para mitigar esse risco e permitir que a auditoria agregue valor através da consultoria, a atividade de auditoria interna deve ser estruturada de forma que diferentes membros da equipe realizem os serviços de consultoria e os de garantia subsequentes.
Incorreto: Recusar a consultoria é uma medida extrema que ignora a missão da auditoria interna de agregar valor e melhorar as operações. Permitir que o mesmo auditor realize ambos os trabalhos, mesmo sem poder de decisão, cria um conflito de interesses na avaliação de seu próprio trabalho anterior. Adiar a auditoria por dois anos é uma falha na gestão de riscos, pois a organização precisa de garantia sobre a eficácia dos controles em um prazo razoável, sendo a rotação de pessoal a solução normativa adequada.
Conclusão: Para preservar a objetividade, auditores internos não devem realizar serviços de garantia em atividades sobre as quais prestaram consultoria recente, exigindo a designação de profissionais distintos para cada função.
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Question 21 of 29
21. Question
Durante uma revisão periódica da estrutura de governança de uma Fintech de pagamentos digitais, o Diretor de Auditoria Interna (CAE) identifica que o Estatuto de Auditoria Interna atual não reflete as novas operações de criptoativos da empresa. O CAE revisa o documento para incluir o acesso necessário a carteiras digitais e registros de blockchain, além de reafirmar a independência da função. De acordo com os princípios fundamentais e as normas do IIA, qual procedimento deve ser seguido para a validação final deste estatuto?
Correct
Correto: O Estatuto de Auditoria Interna é um documento formal que define o propósito, a autoridade e a responsabilidade da atividade de auditoria interna. Para garantir a independência organizacional e o suporte necessário, o Diretor de Auditoria Interna (CAE) deve buscar a aprovação formal do conselho (ou órgão equivalente), após discussão com a alta administração, conforme preconizado pelas Normas Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna.
Incorreto: A revisão por um comitê de riscos operacionais é uma etapa de governança válida, mas não substitui a aprovação soberana do conselho. A validação por reguladores externos não é um requisito padrão para a formalização do estatuto de auditoria interna, sendo uma questão de governança interna. Reportar ou buscar aprovação apenas do CFO prejudica a independência organizacional, pois a auditoria deve manter uma linha de reporte funcional direta ao conselho para evitar conflitos de interesse.
Conclusão: A aprovação formal do Estatuto de Auditoria Interna pelo conselho de administração é essencial para estabelecer a autoridade e a independência da função de auditoria dentro da organização.
Incorrect
Correto: O Estatuto de Auditoria Interna é um documento formal que define o propósito, a autoridade e a responsabilidade da atividade de auditoria interna. Para garantir a independência organizacional e o suporte necessário, o Diretor de Auditoria Interna (CAE) deve buscar a aprovação formal do conselho (ou órgão equivalente), após discussão com a alta administração, conforme preconizado pelas Normas Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna.
Incorreto: A revisão por um comitê de riscos operacionais é uma etapa de governança válida, mas não substitui a aprovação soberana do conselho. A validação por reguladores externos não é um requisito padrão para a formalização do estatuto de auditoria interna, sendo uma questão de governança interna. Reportar ou buscar aprovação apenas do CFO prejudica a independência organizacional, pois a auditoria deve manter uma linha de reporte funcional direta ao conselho para evitar conflitos de interesse.
Conclusão: A aprovação formal do Estatuto de Auditoria Interna pelo conselho de administração é essencial para estabelecer a autoridade e a independência da função de auditoria dentro da organização.
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Question 22 of 29
22. Question
Uma Fintech de rápido crescimento está desenvolvendo uma nova carteira digital de criptoativos. O Diretor Executivo (CEO) solicita que o Chefe de Auditoria Interna (CAE) assuma a responsabilidade direta pelo desenho e implementação dos controles de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD) para este novo produto, alegando que a equipe de auditoria possui a maior expertise técnica na organização. De acordo com as Normas do IIA sobre independência e objetividade, como o CAE deve proceder para manter a conformidade com os padrões profissionais?
Correct
Correto: De acordo com as normas do IIA, a auditoria interna pode fornecer serviços de consultoria e aconselhamento para melhorar a gestão de riscos e controles. No entanto, para manter a objetividade e a independência, os auditores não devem assumir responsabilidades de gestão, como o desenho ou a implementação de controles. Ao atuar como consultor, o CAE agrega valor sem comprometer a capacidade da auditoria de avaliar esses mesmos controles de forma imparcial no futuro.
Incorreto: Aceitar a responsabilidade pelo desenho de controles operacionais cria um conflito de interesses direto, pois a auditoria estaria avaliando seu próprio trabalho no futuro, o que prejudica a objetividade mesmo com a rotação de pessoal. Recusar qualquer envolvimento é uma abordagem excessivamente restritiva que ignora a missão da auditoria de fornecer insights e serviços de consultoria. A aprovação do Conselho ou Comitê de Auditoria não remove a natureza operacional da tarefa nem restaura a independência perdida ao assumir funções de gestão.
Conclusão: A auditoria interna deve atuar como consultora em novos projetos, mas nunca assumir a responsabilidade pela implementação ou desenho de controles para não comprometer sua objetividade futura.
Incorrect
Correto: De acordo com as normas do IIA, a auditoria interna pode fornecer serviços de consultoria e aconselhamento para melhorar a gestão de riscos e controles. No entanto, para manter a objetividade e a independência, os auditores não devem assumir responsabilidades de gestão, como o desenho ou a implementação de controles. Ao atuar como consultor, o CAE agrega valor sem comprometer a capacidade da auditoria de avaliar esses mesmos controles de forma imparcial no futuro.
Incorreto: Aceitar a responsabilidade pelo desenho de controles operacionais cria um conflito de interesses direto, pois a auditoria estaria avaliando seu próprio trabalho no futuro, o que prejudica a objetividade mesmo com a rotação de pessoal. Recusar qualquer envolvimento é uma abordagem excessivamente restritiva que ignora a missão da auditoria de fornecer insights e serviços de consultoria. A aprovação do Conselho ou Comitê de Auditoria não remove a natureza operacional da tarefa nem restaura a independência perdida ao assumir funções de gestão.
Conclusão: A auditoria interna deve atuar como consultora em novos projetos, mas nunca assumir a responsabilidade pela implementação ou desenho de controles para não comprometer sua objetividade futura.
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Question 23 of 29
23. Question
Uma Fintech de rápido crescimento está formalizando sua estrutura de governança e o Diretor Executivo de Auditoria (CAE) foi encarregado de redigir o Estatuto de Auditoria Interna. Durante a fase de elaboração, surge um debate sobre como garantir que a atividade de auditoria interna tenha autoridade suficiente para cumprir suas responsabilidades em toda a organização, especialmente em relação ao acesso a dados sensíveis de clientes e sistemas de pagamento criptografados. De acordo com os Padrões Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna do IIA, qual ação o CAE deve priorizar para estabelecer formalmente essa autoridade?
Correct
Correto: De acordo com as normas do IIA, o estatuto de auditoria interna deve ser um documento formal que define o propósito, a autoridade e a responsabilidade da atividade. A aprovação pelo Conselho de Administração é essencial para garantir a independência organizacional. Além disso, o estatuto deve prever o acesso irrestrito a registros, pessoas e propriedades físicas, o que confere à auditoria a autoridade necessária para realizar seus trabalhos de forma eficaz e independente.
Incorreto: A aprovação pelo CFO ou pela gerência sênior, em vez do Conselho, compromete a independência organizacional da auditoria interna. Permitir que auditores assumam funções de gestão ou implementem controles diretamente cria um conflito de interesses grave, prejudicando a objetividade individual. O Comitê de Conformidade é uma função de segunda linha e não substitui a autoridade do Conselho na supervisão da auditoria interna, que é uma função de terceira linha.
Conclusão: A independência e a autoridade da auditoria interna são formalizadas através de um estatuto aprovado pelo Conselho, garantindo acesso irrestrito a todas as informações necessárias.
Incorrect
Correto: De acordo com as normas do IIA, o estatuto de auditoria interna deve ser um documento formal que define o propósito, a autoridade e a responsabilidade da atividade. A aprovação pelo Conselho de Administração é essencial para garantir a independência organizacional. Além disso, o estatuto deve prever o acesso irrestrito a registros, pessoas e propriedades físicas, o que confere à auditoria a autoridade necessária para realizar seus trabalhos de forma eficaz e independente.
Incorreto: A aprovação pelo CFO ou pela gerência sênior, em vez do Conselho, compromete a independência organizacional da auditoria interna. Permitir que auditores assumam funções de gestão ou implementem controles diretamente cria um conflito de interesses grave, prejudicando a objetividade individual. O Comitê de Conformidade é uma função de segunda linha e não substitui a autoridade do Conselho na supervisão da auditoria interna, que é uma função de terceira linha.
Conclusão: A independência e a autoridade da auditoria interna são formalizadas através de um estatuto aprovado pelo Conselho, garantindo acesso irrestrito a todas as informações necessárias.
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Question 24 of 29
24. Question
Trecho do Relatório de Planejamento de Auditoria: Avaliação de Sistemas de Monitoramento. Durante uma auditoria anual de conformidade em uma Fintech de pagamentos, o Diretor de Auditoria Interna (CAE) designa um auditor sênior para avaliar a eficácia dos controles do sistema de monitoramento de transações AML. O auditor sênior em questão atuou como consultor principal no design e na implementação dos parâmetros desse sistema, tendo finalizado sua participação no projeto há 10 meses. Considerando os princípios de independência e objetividade, qual deve ser a conduta da atividade de auditoria interna?
Correct
Correto: De acordo com as normas do IIA (Instituto de Auditores Internos), a objetividade de um auditor interno é considerada prejudicada se ele realizar serviços de avaliação (garantia) para uma atividade pela qual teve responsabilidade operacional ou de consultoria significativa no ano anterior (período de 12 meses). Como o auditor participou do design do sistema há apenas 10 meses, existe um risco inerente de auto-revisão, o que compromete a imparcialidade necessária para o trabalho.
Incorreto: A declaração de conflito e a revisão por pares não substituem a necessidade de cumprir o período de carência de 12 meses para garantir a objetividade. A proficiência técnica, embora importante, não justifica a violação dos princípios éticos de independência. O prazo de 10 meses é inferior ao limite regulamentar de um ano, tornando a participação do auditor inadequada para serviços de garantia (assurance).
Conclusão: A objetividade do auditor interno é comprometida ao realizar serviços de garantia em atividades ou sistemas pelos quais foi responsável nos últimos 12 meses.
Incorrect
Correto: De acordo com as normas do IIA (Instituto de Auditores Internos), a objetividade de um auditor interno é considerada prejudicada se ele realizar serviços de avaliação (garantia) para uma atividade pela qual teve responsabilidade operacional ou de consultoria significativa no ano anterior (período de 12 meses). Como o auditor participou do design do sistema há apenas 10 meses, existe um risco inerente de auto-revisão, o que compromete a imparcialidade necessária para o trabalho.
Incorreto: A declaração de conflito e a revisão por pares não substituem a necessidade de cumprir o período de carência de 12 meses para garantir a objetividade. A proficiência técnica, embora importante, não justifica a violação dos princípios éticos de independência. O prazo de 10 meses é inferior ao limite regulamentar de um ano, tornando a participação do auditor inadequada para serviços de garantia (assurance).
Conclusão: A objetividade do auditor interno é comprometida ao realizar serviços de garantia em atividades ou sistemas pelos quais foi responsável nos últimos 12 meses.
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Question 25 of 29
25. Question
Uma Fintech de rápido crescimento está revisando sua estrutura de governança para se preparar para uma nova rodada de investimentos. O Diretor Executivo de Auditoria (CAE) foi encarregado de redigir o novo Estatuto de Auditoria Interna para garantir que a função possua a autoridade e independência necessárias. Durante a redação, surge uma discussão sobre a linha de reporte e o processo de aprovação do estatuto, considerando que a empresa possui um Conselho de Administração que se reúne trimestralmente. De acordo com as Normas Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna (IIA), qual procedimento o CAE deve adotar para assegurar a independência organizacional?
Correct
Correto: A independência organizacional é garantida quando o Diretor Executivo de Auditoria (CAE) se reporta funcionalmente ao Conselho de Administração. A aprovação formal do Estatuto de Auditoria Interna pelo Conselho é um requisito fundamental que define o propósito, a autoridade e a responsabilidade da atividade, permitindo o acesso irrestrito a registros, pessoal e propriedades físicas relevantes para a execução dos trabalhos de auditoria.
Incorreto: Reportar-se ou buscar aprovação final apenas com o Diretor Financeiro (CFO) compromete a independência organizacional, pois a auditoria poderia sofrer pressões indevidas da gestão executiva sobre o escopo ou resultados. Focar exclusivamente em serviços de consultoria impede que a auditoria cumpra sua missão principal de fornecer avaliação (assurance) independente sobre a eficácia da governança e gestão de riscos. Delegar a aprovação do plano apenas a comitês operacionais, excluindo o Conselho, enfraquece a autoridade da função e desconsidera a supervisão estratégica necessária para uma governança corporativa robusta.
Conclusão: A independência da auditoria interna depende fundamentalmente do reporte funcional direto ao Conselho de Administração e da aprovação formal do Estatuto por este órgão superior.
Incorrect
Correto: A independência organizacional é garantida quando o Diretor Executivo de Auditoria (CAE) se reporta funcionalmente ao Conselho de Administração. A aprovação formal do Estatuto de Auditoria Interna pelo Conselho é um requisito fundamental que define o propósito, a autoridade e a responsabilidade da atividade, permitindo o acesso irrestrito a registros, pessoal e propriedades físicas relevantes para a execução dos trabalhos de auditoria.
Incorreto: Reportar-se ou buscar aprovação final apenas com o Diretor Financeiro (CFO) compromete a independência organizacional, pois a auditoria poderia sofrer pressões indevidas da gestão executiva sobre o escopo ou resultados. Focar exclusivamente em serviços de consultoria impede que a auditoria cumpra sua missão principal de fornecer avaliação (assurance) independente sobre a eficácia da governança e gestão de riscos. Delegar a aprovação do plano apenas a comitês operacionais, excluindo o Conselho, enfraquece a autoridade da função e desconsidera a supervisão estratégica necessária para uma governança corporativa robusta.
Conclusão: A independência da auditoria interna depende fundamentalmente do reporte funcional direto ao Conselho de Administração e da aprovação formal do Estatuto por este órgão superior.
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Question 26 of 29
26. Question
Uma Fintech de rápido crescimento está realizando sua auditoria interna anual focada nos processos de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (AML). O Diretor de Auditoria Interna (CAE) designa um auditor sênior para liderar a revisão do departamento de Onboarding de Clientes. No entanto, este auditor atuou como Gerente Operacional desse mesmo departamento até oito meses atrás, tendo sido responsável pelo desenho de vários controles de Due Diligence que agora serão testados. Diante desta situação, qual é a ação mais adequada para garantir a conformidade com os padrões de independência e objetividade?
Correct
Correto: De acordo com os padrões internacionais para a prática profissional de auditoria interna (IIA), a objetividade individual é considerada prejudicada se um auditor interno realizar serviços de avaliação para uma atividade pela qual teve responsabilidade operacional no ano anterior. Como o auditor foi gerente do departamento há apenas oito meses, ele possui um conflito de interesses inerente que impede uma avaliação imparcial, exigindo sua substituição no engajamento.
Incorreto: A revisão por um supervisor não elimina o prejuízo à objetividade do auditor que executa os testes de campo. Apenas documentar o conflito no relatório não resolve a falta de imparcialidade necessária durante a execução do trabalho. Limitar o escopo da auditoria para evitar processos antigos compromete a abrangência e a eficácia da revisão de AML, além de não mitigar o risco de viés em relação à cultura e equipe que o auditor gerenciava recentemente.
Conclusão: Auditores internos devem abster-se de auditar atividades pelas quais foram operacionalmente responsáveis no último ano para preservar a objetividade individual.
Incorrect
Correto: De acordo com os padrões internacionais para a prática profissional de auditoria interna (IIA), a objetividade individual é considerada prejudicada se um auditor interno realizar serviços de avaliação para uma atividade pela qual teve responsabilidade operacional no ano anterior. Como o auditor foi gerente do departamento há apenas oito meses, ele possui um conflito de interesses inerente que impede uma avaliação imparcial, exigindo sua substituição no engajamento.
Incorreto: A revisão por um supervisor não elimina o prejuízo à objetividade do auditor que executa os testes de campo. Apenas documentar o conflito no relatório não resolve a falta de imparcialidade necessária durante a execução do trabalho. Limitar o escopo da auditoria para evitar processos antigos compromete a abrangência e a eficácia da revisão de AML, além de não mitigar o risco de viés em relação à cultura e equipe que o auditor gerenciava recentemente.
Conclusão: Auditores internos devem abster-se de auditar atividades pelas quais foram operacionalmente responsáveis no último ano para preservar a objetividade individual.
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Question 27 of 29
27. Question
Uma Fintech de pagamentos digitais em rápida expansão internacional está revisando sua estrutura de governança corporativa para fortalecer a terceira linha de defesa. O Diretor de Auditoria Interna (CAE) foi encarregado de atualizar o Estatuto de Auditoria Interna para garantir que a atividade de auditoria permaneça livre de interferências na determinação do escopo, na execução dos trabalhos e na comunicação dos resultados. Considerando as normas do IIA e os princípios de governança, qual disposição é essencial incluir no estatuto para assegurar a independência organizacional da função de auditoria?
Correct
Correto: A independência organizacional é alcançada de forma mais eficaz quando o Diretor de Auditoria Interna (CAE) reporta funcionalmente ao Conselho de Administração. Isso garante que a auditoria tenha autoridade suficiente para auditar a gestão executiva sem medo de retaliação e assegura que as comunicações de resultados cheguem ao nível mais alto de governança sem filtros indevidos.
Incorreto: Reportar ao Diretor de Conformidade (CCO) compromete a separação entre a segunda e a terceira linha de defesa, prejudicando a independência. A aprovação do plano de auditoria pelo CFO cria um conflito de interesses, pois a gestão financeira é uma área sujeita a auditoria. Permitir que auditores assumam funções operacionais viola o princípio da objetividade, pois o auditor não pode avaliar de forma imparcial o trabalho pelo qual foi responsável.
Conclusão: A independência organizacional da auditoria interna é garantida pelo reporte funcional direto ao Conselho de Administração, separando a supervisão da auditoria da gestão executiva.
Incorrect
Correto: A independência organizacional é alcançada de forma mais eficaz quando o Diretor de Auditoria Interna (CAE) reporta funcionalmente ao Conselho de Administração. Isso garante que a auditoria tenha autoridade suficiente para auditar a gestão executiva sem medo de retaliação e assegura que as comunicações de resultados cheguem ao nível mais alto de governança sem filtros indevidos.
Incorreto: Reportar ao Diretor de Conformidade (CCO) compromete a separação entre a segunda e a terceira linha de defesa, prejudicando a independência. A aprovação do plano de auditoria pelo CFO cria um conflito de interesses, pois a gestão financeira é uma área sujeita a auditoria. Permitir que auditores assumam funções operacionais viola o princípio da objetividade, pois o auditor não pode avaliar de forma imparcial o trabalho pelo qual foi responsável.
Conclusão: A independência organizacional da auditoria interna é garantida pelo reporte funcional direto ao Conselho de Administração, separando a supervisão da auditoria da gestão executiva.
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Question 28 of 29
28. Question
Uma Fintech em fase de expansão global está revisando seu Estatuto de Auditoria Interna para assegurar o alinhamento com as Normas Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna do IIA. Durante este processo, a alta administração propõe que o Diretor Executivo de Auditoria (CAE) reporte administrativamente ao Diretor Financeiro (CFO) e que a equipe de auditoria interna seja responsável por aprovar o design final dos controles de prevenção à lavagem de dinheiro (AML) antes do lançamento de novos produtos. Considerando os princípios de independência e objetividade, qual é a disposição correta para esta função?
Correct
Correto: Para garantir a independência organizacional, o Diretor Executivo de Auditoria (CAE) deve reportar funcionalmente ao Conselho ou Comitê de Auditoria. Além disso, para manter a objetividade individual, os auditores internos não devem assumir responsabilidades operacionais, como a aprovação de controles ou o design de sistemas, pois isso criaria um conflito de interesses ao auditar o próprio trabalho posteriormente. O papel consultivo é permitido, desde que a tomada de decisão permaneça com a gestão.
Incorreto: As demais opções apresentam falhas graves contra os padrões do IIA. Reportar apenas ao CFO ou CEO sem uma linha funcional ao Conselho limita a independência da função. Assumir a responsabilidade pela aprovação de controles, liderar a implementação de sistemas ou ter poder de voto em decisões de gestão (como escolha de fornecedores) prejudica a objetividade, pois o auditor perde a imparcialidade necessária para avaliar essas mesmas áreas no futuro.
Conclusão: A independência da auditoria interna é garantida pelo reporte funcional ao Conselho, enquanto a objetividade exige a abstenção de responsabilidades de gestão e tomada de decisão operacional.
Incorrect
Correto: Para garantir a independência organizacional, o Diretor Executivo de Auditoria (CAE) deve reportar funcionalmente ao Conselho ou Comitê de Auditoria. Além disso, para manter a objetividade individual, os auditores internos não devem assumir responsabilidades operacionais, como a aprovação de controles ou o design de sistemas, pois isso criaria um conflito de interesses ao auditar o próprio trabalho posteriormente. O papel consultivo é permitido, desde que a tomada de decisão permaneça com a gestão.
Incorreto: As demais opções apresentam falhas graves contra os padrões do IIA. Reportar apenas ao CFO ou CEO sem uma linha funcional ao Conselho limita a independência da função. Assumir a responsabilidade pela aprovação de controles, liderar a implementação de sistemas ou ter poder de voto em decisões de gestão (como escolha de fornecedores) prejudica a objetividade, pois o auditor perde a imparcialidade necessária para avaliar essas mesmas áreas no futuro.
Conclusão: A independência da auditoria interna é garantida pelo reporte funcional ao Conselho, enquanto a objetividade exige a abstenção de responsabilidades de gestão e tomada de decisão operacional.
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Question 29 of 29
29. Question
Uma Fintech de pagamentos instantâneos está expandindo suas operações para o mercado de criptoativos e solicita o apoio da unidade de auditoria interna. O Diretor de Conformidade (CCO) solicita que a auditoria realize tanto uma avaliação independente dos controles de KYC (Know Your Customer) existentes quanto forneça aconselhamento sobre o design de novos controles para a carteira digital em desenvolvimento. Ao planejar essas atividades, como o auditor interno deve distinguir a natureza dos serviços de garantia (assurance) em relação aos serviços de consultoria?
Correct
Correto: De acordo com as normas do IIA, a principal diferença entre os serviços de garantia e consultoria reside na definição do escopo e nas partes envolvidas. Nos serviços de garantia, o auditor interno determina os procedimentos para fornecer uma avaliação independente (envolvendo o dono do processo, o auditor e o usuário da informação). Já na consultoria, o serviço é de natureza consultiva e o escopo é definido em conjunto com o cliente do trabalho, focando em adicionar valor sem que o auditor assuma responsabilidades de gestão.
Incorreto: A opção que sugere que a garantia visa a implementação direta está incorreta, pois a implementação é responsabilidade da gestão. A ideia de que o auditor assume a propriedade dos riscos em consultoria é falsa, pois isso comprometeria a objetividade e independência. Por fim, definir que a garantia serve apenas para requisitos legais e a consultoria apenas para redução de custos é uma visão excessivamente limitada e incorreta das funções de auditoria interna, que abrangem governança, riscos e controles de forma ampla.
Conclusão: A diferença fundamental entre garantia e consultoria reside em quem define o escopo do trabalho e no número de partes envolvidas no processo de comunicação dos resultados.
Incorrect
Correto: De acordo com as normas do IIA, a principal diferença entre os serviços de garantia e consultoria reside na definição do escopo e nas partes envolvidas. Nos serviços de garantia, o auditor interno determina os procedimentos para fornecer uma avaliação independente (envolvendo o dono do processo, o auditor e o usuário da informação). Já na consultoria, o serviço é de natureza consultiva e o escopo é definido em conjunto com o cliente do trabalho, focando em adicionar valor sem que o auditor assuma responsabilidades de gestão.
Incorreto: A opção que sugere que a garantia visa a implementação direta está incorreta, pois a implementação é responsabilidade da gestão. A ideia de que o auditor assume a propriedade dos riscos em consultoria é falsa, pois isso comprometeria a objetividade e independência. Por fim, definir que a garantia serve apenas para requisitos legais e a consultoria apenas para redução de custos é uma visão excessivamente limitada e incorreta das funções de auditoria interna, que abrangem governança, riscos e controles de forma ampla.
Conclusão: A diferença fundamental entre garantia e consultoria reside em quem define o escopo do trabalho e no número de partes envolvidas no processo de comunicação dos resultados.