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Question 1 of 30
1. Question
Durante uma auditoria interna em um banco de investimento, um auditor analisa o processo de integração de uma nova empresa de consultoria sediada em uma jurisdição de baixa tributação. A estrutura acionária revela que 60% da empresa pertence a uma entidade veículo (shell company) nas Ilhas Virgens Britânicas, enquanto os 40% restantes são divididos entre três indivíduos, um dos quais é uma Pessoa Exposta Politicamente (PEP) com 15% de participação direta. O gerente de conta sugere que, como nenhum indivíduo detém mais de 25% de participação direta, a identificação do Beneficiário Final (UBO) deve se limitar à documentação da entidade veículo. Qual deve ser a orientação do auditor com base nos padrões internacionais de AML?
Correct
Correto: De acordo com as recomendações do GAFI/FATF e os padrões da ACAMS, a identificação do Beneficiário Final (UBO) deve ir além da propriedade direta, buscando as pessoas físicas que exercem o controle efetivo (ultimate effective control). Estruturas que utilizam empresas de fachada (shell companies) e envolvem PEPs são indicadores de alto risco, exigindo obrigatoriamente a Diligência Devida Reforçada (EDD) para mitigar riscos de lavagem de dinheiro e ocultação de ativos.
Incorreto: A aplicação rígida do limite de 25% sem considerar o controle indireto é uma falha grave de conformidade em cenários de alto risco. Focar apenas no PEP ignora o risco de que a entidade veículo seja utilizada para ocultar o verdadeiro controlador da conta. Embora a presença de shell companies aumente o risco, ela não implica necessariamente em uma proibição automática, mas sim na necessidade de uma análise mais profunda e documentada.
Conclusão: A identificação do beneficiário final deve sempre priorizar o controle efetivo e a transparência da estrutura, especialmente em cenários que envolvem jurisdições offshore e PEPs.
Incorrect
Correto: De acordo com as recomendações do GAFI/FATF e os padrões da ACAMS, a identificação do Beneficiário Final (UBO) deve ir além da propriedade direta, buscando as pessoas físicas que exercem o controle efetivo (ultimate effective control). Estruturas que utilizam empresas de fachada (shell companies) e envolvem PEPs são indicadores de alto risco, exigindo obrigatoriamente a Diligência Devida Reforçada (EDD) para mitigar riscos de lavagem de dinheiro e ocultação de ativos.
Incorreto: A aplicação rígida do limite de 25% sem considerar o controle indireto é uma falha grave de conformidade em cenários de alto risco. Focar apenas no PEP ignora o risco de que a entidade veículo seja utilizada para ocultar o verdadeiro controlador da conta. Embora a presença de shell companies aumente o risco, ela não implica necessariamente em uma proibição automática, mas sim na necessidade de uma análise mais profunda e documentada.
Conclusão: A identificação do beneficiário final deve sempre priorizar o controle efetivo e a transparência da estrutura, especialmente em cenários que envolvem jurisdições offshore e PEPs.
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Question 2 of 30
2. Question
Um oficial de conformidade de um banco privado está revisando a documentação de abertura de conta para a Investimentos Globais Ltda, uma empresa sediada em uma jurisdição de baixa tributação. A estrutura societária revela que a empresa é de propriedade de outra holding, que por sua vez é controlada por um trust. Durante a triagem, uma pesquisa de mídia adversa identificou notícias de três anos atrás ligando um dos beneficiários finais (UBO) a investigações de corrupção em seu país de origem, embora nenhuma condenação tenha sido registrada. Diante dessa complexidade e do risco reputacional, qual deve ser a ação prioritária do oficial de conformidade para cumprir os padrões de Due Diligence?
Correct
Correto: Em casos de estruturas societárias complexas, como trusts e holdings em jurisdições de baixa tributação, e presença de mídia adversa relacionada a crimes financeiros, os padrões internacionais de AML exigem a aplicação de Due Diligence Reforçada (EDD). Isso inclui a verificação rigorosa da origem da riqueza (Source of Wealth) e da origem dos fundos (Source of Funds), além de exigir que a decisão de aceitar o cliente seja escalonada para a alta gerência devido ao risco elevado.
Incorreto: Ignorar mídia adversa apenas por falta de condenação formal falha em mitigar o risco reputacional e operacional. Focar apenas em diretores nominais viola o princípio de identificação do beneficiário final (UBO) em estruturas opacas. Encerrar o processo sumariamente sem uma análise técnica impede que a instituição cumpra seu papel de avaliar e, se necessário, reportar comportamentos suspeitos, além de não ser a prática padrão antes de uma investigação de EDD.
Conclusão: Estruturas societárias complexas com indícios de mídia adversa exigem obrigatoriamente Due Diligence Reforçada e aprovação de instâncias superiores de governança.
Incorrect
Correto: Em casos de estruturas societárias complexas, como trusts e holdings em jurisdições de baixa tributação, e presença de mídia adversa relacionada a crimes financeiros, os padrões internacionais de AML exigem a aplicação de Due Diligence Reforçada (EDD). Isso inclui a verificação rigorosa da origem da riqueza (Source of Wealth) e da origem dos fundos (Source of Funds), além de exigir que a decisão de aceitar o cliente seja escalonada para a alta gerência devido ao risco elevado.
Incorreto: Ignorar mídia adversa apenas por falta de condenação formal falha em mitigar o risco reputacional e operacional. Focar apenas em diretores nominais viola o princípio de identificação do beneficiário final (UBO) em estruturas opacas. Encerrar o processo sumariamente sem uma análise técnica impede que a instituição cumpra seu papel de avaliar e, se necessário, reportar comportamentos suspeitos, além de não ser a prática padrão antes de uma investigação de EDD.
Conclusão: Estruturas societárias complexas com indícios de mídia adversa exigem obrigatoriamente Due Diligence Reforçada e aprovação de instâncias superiores de governança.
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Question 3 of 30
3. Question
Durante o processo de due diligence de um novo cliente corporativo, um especialista em conformidade identifica que a empresa, sediada em uma jurisdição de baixa tributação, possui uma estrutura de propriedade em camadas envolvendo várias holdings. O representante legal da empresa fornece a identidade de um diretor nomeado, mas recusa-se a revelar a identidade dos Beneficiários Finais (UBO), alegando cláusulas de confidencialidade contratual. Qual deve ser a ação imediata do especialista de acordo com os padrões internacionais de PLD/CFT?
Correct
Correto: A identificação do Beneficiário Final (UBO) é um pilar fundamental da Due Diligence do Cliente (CDD). De acordo com as recomendações do GAFI/FATF e os padrões da ACAMS, se uma instituição financeira não consegue completar a verificação do cliente ou identificar o UBO, ela não deve realizar a transação ou abrir a conta. Além disso, a recusa injustificada em fornecer informações de propriedade é um forte sinal de alerta (red flag) que exige a avaliação para o envio de um Relatório de Atividade Suspeita (SAR/STR).
Incorreto: Aceitar garantias por escrito ou diretores nomeados sem identificar o controle real falha em mitigar o risco de lavagem de dinheiro através de empresas de fachada. Conceder prazos para conformidade posterior ou basear a decisão apenas em mídia adversa do diretor nomeado ignora a obrigatoriedade regulatória de transparência sobre quem realmente possui ou controla os ativos, permitindo que criminosos ocultem sua identidade por trás de estruturas complexas.
Conclusão: A incapacidade de identificar o Beneficiário Final (UBO) impede a abertura de qualquer conta e exige a análise imediata para reporte de atividade suspeita conforme as normas de conformidade global.
Incorrect
Correto: A identificação do Beneficiário Final (UBO) é um pilar fundamental da Due Diligence do Cliente (CDD). De acordo com as recomendações do GAFI/FATF e os padrões da ACAMS, se uma instituição financeira não consegue completar a verificação do cliente ou identificar o UBO, ela não deve realizar a transação ou abrir a conta. Além disso, a recusa injustificada em fornecer informações de propriedade é um forte sinal de alerta (red flag) que exige a avaliação para o envio de um Relatório de Atividade Suspeita (SAR/STR).
Incorreto: Aceitar garantias por escrito ou diretores nomeados sem identificar o controle real falha em mitigar o risco de lavagem de dinheiro através de empresas de fachada. Conceder prazos para conformidade posterior ou basear a decisão apenas em mídia adversa do diretor nomeado ignora a obrigatoriedade regulatória de transparência sobre quem realmente possui ou controla os ativos, permitindo que criminosos ocultem sua identidade por trás de estruturas complexas.
Conclusão: A incapacidade de identificar o Beneficiário Final (UBO) impede a abertura de qualquer conta e exige a análise imediata para reporte de atividade suspeita conforme as normas de conformidade global.
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Question 4 of 30
4. Question
Um oficial de conformidade de uma instituição financeira internacional está revisando a documentação de abertura de conta para uma nova empresa de consultoria registrada em uma jurisdição offshore conhecida por sua baixa transparência fiscal. A estrutura de propriedade é composta por várias camadas de holdings, culminando em um trust cujos beneficiários não foram explicitamente nomeados na documentação inicial. O representante da empresa afirma que a identificação dos beneficiários finais é protegida por leis de sigilo local. Diante desse cenário, qual deve ser a conduta do oficial de conformidade para mitigar os riscos de lavagem de dinheiro?
Correct
Correto: De acordo com os padrões do GAFI/FATF e as melhores práticas de AML, as instituições financeiras devem identificar e verificar a identidade dos beneficiários finais (UBO). Em estruturas complexas envolvendo trusts e jurisdições offshore, a incapacidade de identificar a pessoa natural que exerce o controle final representa um risco elevado, exigindo Diligência Devida Reforçada (EDD). Se o cliente se recusar a fornecer essas informações, a instituição deve se abster de realizar a transação ou iniciar a relação de negócio.
Incorreto: Aceitar recomendações de terceiros ou administradores profissionais como substitutos para a identificação do UBO real falha em abordar o risco de ocultação de patrimônio. Classificar como risco moderado uma estrutura offshore opaca ignora os sinais de alerta (red flags) inerentes a empresas de fachada e jurisdições de alto risco, violando os princípios de avaliação de risco baseada em evidências.
Conclusão: A identificação do beneficiário final deve sempre chegar à pessoa natural que exerce o controle efetivo, independentemente da complexidade da estrutura societária ou de leis de sigilo local.
Incorrect
Correto: De acordo com os padrões do GAFI/FATF e as melhores práticas de AML, as instituições financeiras devem identificar e verificar a identidade dos beneficiários finais (UBO). Em estruturas complexas envolvendo trusts e jurisdições offshore, a incapacidade de identificar a pessoa natural que exerce o controle final representa um risco elevado, exigindo Diligência Devida Reforçada (EDD). Se o cliente se recusar a fornecer essas informações, a instituição deve se abster de realizar a transação ou iniciar a relação de negócio.
Incorreto: Aceitar recomendações de terceiros ou administradores profissionais como substitutos para a identificação do UBO real falha em abordar o risco de ocultação de patrimônio. Classificar como risco moderado uma estrutura offshore opaca ignora os sinais de alerta (red flags) inerentes a empresas de fachada e jurisdições de alto risco, violando os princípios de avaliação de risco baseada em evidências.
Conclusão: A identificação do beneficiário final deve sempre chegar à pessoa natural que exerce o controle efetivo, independentemente da complexidade da estrutura societária ou de leis de sigilo local.
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Question 5 of 30
5. Question
Durante uma revisão periódica de um cliente corporativo classificado como de alto risco, um oficial de conformidade identifica que uma empresa de consultoria sediada em uma jurisdição offshore movimentou US$ 5 milhões nos últimos seis meses. No entanto, o perfil de KYC original indicava uma expectativa de faturamento anual de apenas US$ 500.000. Ao aprofundar a investigação sobre a estrutura de propriedade, o oficial descobre que o Beneficiário Final (UBO) é um parente próximo de uma Pessoa Politicamente Exposta (PEP) que não foi declarada no momento da abertura da conta. Diante dessa situação, qual deve ser a ação prioritária do oficial de conformidade seguindo os padrões de Due Diligence Reforçada (EDD)?
Correct
Correto: De acordo com os padrões de Due Diligence Reforçada (EDD), quando há uma discrepância significativa entre a atividade esperada e a real, ou quando novos riscos (como a presença de uma PEP ou UBO oculto) são identificados, a instituição deve atualizar o perfil de risco e investigar a origem dos fundos (Source of Funds) e a origem da riqueza (Source of Wealth). Isso garante que a instituição compreenda se os fundos movimentados são legítimos e se o risco associado ao cliente ainda está dentro do apetite de risco da empresa.
Incorreto: Encerrar a conta imediatamente sem uma análise completa pode ser uma reação desproporcional e pode configurar ‘tipping-off’ se não for feito com cautela. Apenas ajustar o faturamento estimado sem investigar a omissão da PEP ignora sinais de alerta críticos de lavagem de dinheiro. Delegar a função apenas ao departamento comercial sem uma ação direta da conformidade falha em cumprir os requisitos de monitoramento e mitigação de riscos de alto nível.
Conclusão: A identificação de discrepâncias transacionais e beneficiários finais não declarados exige a reavaliação imediata do risco e a verificação rigorosa da origem dos recursos para garantir a conformidade com as normas de AML/CFT.
Incorrect
Correto: De acordo com os padrões de Due Diligence Reforçada (EDD), quando há uma discrepância significativa entre a atividade esperada e a real, ou quando novos riscos (como a presença de uma PEP ou UBO oculto) são identificados, a instituição deve atualizar o perfil de risco e investigar a origem dos fundos (Source of Funds) e a origem da riqueza (Source of Wealth). Isso garante que a instituição compreenda se os fundos movimentados são legítimos e se o risco associado ao cliente ainda está dentro do apetite de risco da empresa.
Incorreto: Encerrar a conta imediatamente sem uma análise completa pode ser uma reação desproporcional e pode configurar ‘tipping-off’ se não for feito com cautela. Apenas ajustar o faturamento estimado sem investigar a omissão da PEP ignora sinais de alerta críticos de lavagem de dinheiro. Delegar a função apenas ao departamento comercial sem uma ação direta da conformidade falha em cumprir os requisitos de monitoramento e mitigação de riscos de alto nível.
Conclusão: A identificação de discrepâncias transacionais e beneficiários finais não declarados exige a reavaliação imediata do risco e a verificação rigorosa da origem dos recursos para garantir a conformidade com as normas de AML/CFT.
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Question 6 of 30
6. Question
Prezado Oficial de Compliance, durante a revisão periódica de 15 dias da conta da Global Logistics Solutions Ltd, identificamos que a estrutura societária foi alterada para incluir múltiplas camadas em jurisdições offshore de alto risco. Embora o cliente alegue que a mudança visa a eficiência tributária, a atividade recente da conta envolve transferências de alto valor para entidades sem propósito comercial aparente. Diante da suspeita de uso de empresas de fachada e da necessidade de identificar o Beneficiário Final (UBO), qual é o procedimento mais adequado a ser adotado?
Correct
Correto: A identificação do Beneficiário Final (UBO) exige que a instituição financeira identifique a pessoa natural que, em última instância, detém ou controla o cliente. Em estruturas complexas ou offshore, é fundamental verificar a substância econômica para mitigar o risco de empresas de fachada. A complexidade corporativa sem uma justificativa comercial clara é um sinal de alerta (red flag) que exige a reavaliação e, geralmente, a elevação da classificação de risco do cliente.
Incorreto: Aceitar justificativas sem verificação independente falha nos princípios de Due Diligence Continuada (CDD). O encerramento imediato sem análise prévia pode ser prematuro e ignora o processo de investigação interna necessário. Focar em acionistas minoritários sem relevância de controle desvia os recursos da identificação do verdadeiro controlador (UBO) e da análise de risco material da estrutura.
Conclusão: A verificação da substância econômica e a identificação da pessoa natural por trás de estruturas complexas são pilares essenciais para mitigar riscos de lavagem de dinheiro e empresas de fachada.
Incorrect
Correto: A identificação do Beneficiário Final (UBO) exige que a instituição financeira identifique a pessoa natural que, em última instância, detém ou controla o cliente. Em estruturas complexas ou offshore, é fundamental verificar a substância econômica para mitigar o risco de empresas de fachada. A complexidade corporativa sem uma justificativa comercial clara é um sinal de alerta (red flag) que exige a reavaliação e, geralmente, a elevação da classificação de risco do cliente.
Incorreto: Aceitar justificativas sem verificação independente falha nos princípios de Due Diligence Continuada (CDD). O encerramento imediato sem análise prévia pode ser prematuro e ignora o processo de investigação interna necessário. Focar em acionistas minoritários sem relevância de controle desvia os recursos da identificação do verdadeiro controlador (UBO) e da análise de risco material da estrutura.
Conclusão: A verificação da substância econômica e a identificação da pessoa natural por trás de estruturas complexas são pilares essenciais para mitigar riscos de lavagem de dinheiro e empresas de fachada.
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Question 7 of 30
7. Question
Durante o processo de integração de um novo cliente corporativo, um analista de conformidade identifica que a empresa solicitante, sediada em uma jurisdição offshore, possui uma estrutura de propriedade altamente complexa com múltiplas camadas de holdings. O cliente indica que o controle administrativo é exercido por um diretor nomeado (nominee director) e que a propriedade acionária está fragmentada entre várias entidades. Diante desse cenário, qual é a ação mais adequada para cumprir os requisitos de identificação do Beneficiário Final (UBO)?
Correct
Correto: De acordo com os padrões do GAFI/FATF e as melhores práticas de PLD/CFT, as instituições devem olhar através das camadas corporativas para identificar a pessoa natural que, em última instância, possui ou controla o cliente. O uso de estruturas complexas e diretores nomeados são sinais de alerta para empresas de fachada, exigindo Diligência Devida Reforçada (EDD) e a verificação da origem do patrimônio (Source of Wealth) para mitigar o risco de ocultação de ativos.
Incorreto: Aceitar um diretor nomeado (nominee) como UBO é uma falha grave de conformidade, pois ele não é o proprietário real. Confiar apenas em registros de jurisdições offshore ou em autodeclarações sem verificação independente ignora a necessidade de identificar o controle efetivo. Estruturas complexas sem propósito comercial claro devem ser classificadas como de alto risco, e não moderado.
Conclusão: A identificação do beneficiário final deve sempre focar na pessoa natural que exerce o controle ou propriedade real, superando camadas corporativas e intermediários para mitigar riscos de lavagem de dinheiro.
Incorrect
Correto: De acordo com os padrões do GAFI/FATF e as melhores práticas de PLD/CFT, as instituições devem olhar através das camadas corporativas para identificar a pessoa natural que, em última instância, possui ou controla o cliente. O uso de estruturas complexas e diretores nomeados são sinais de alerta para empresas de fachada, exigindo Diligência Devida Reforçada (EDD) e a verificação da origem do patrimônio (Source of Wealth) para mitigar o risco de ocultação de ativos.
Incorreto: Aceitar um diretor nomeado (nominee) como UBO é uma falha grave de conformidade, pois ele não é o proprietário real. Confiar apenas em registros de jurisdições offshore ou em autodeclarações sem verificação independente ignora a necessidade de identificar o controle efetivo. Estruturas complexas sem propósito comercial claro devem ser classificadas como de alto risco, e não moderado.
Conclusão: A identificação do beneficiário final deve sempre focar na pessoa natural que exerce o controle ou propriedade real, superando camadas corporativas e intermediários para mitigar riscos de lavagem de dinheiro.
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Question 8 of 30
8. Question
Um oficial de conformidade está revisando o perfil de uma nova empresa cliente, a Global Trade Solutions Ltd, registrada nas Ilhas Virgens Britânicas. Durante a due diligence, observa-se que a empresa é de propriedade de uma holding em Luxemburgo, que por sua vez é controlada por um fundo fiduciário (trust) discricionário. O cliente afirma que a conta será usada para consultoria internacional, mas nos primeiros 30 dias de operação, a conta recebeu três transferências de alto valor de jurisdições de alto risco sem uma justificativa comercial clara. Qual é a ação mais apropriada para identificar o Beneficiário Final (UBO) e mitigar o risco associado conforme os padrões de AML?
Correct
Correto: Para estruturas de trust, as recomendações do GAFI/FATF exigem a identificação de todas as partes envolvidas, incluindo o instituidor (settlor), curadores (trustees) e beneficiários. Dada a opacidade da estrutura em jurisdições offshore e a atividade transacional suspeita, a aplicação de Due Diligence Reforçada (EDD) é mandatória para mitigar riscos de lavagem de dinheiro.
Incorreto: Aceitar apenas a declaração de um diretor ignora a obrigação de identificar os beneficiários reais por trás de um trust. Classificar como risco médio é inadequado diante de sinais de alerta claros, como o uso de empresas de fachada e jurisdições de alto risco. Confiar apenas em mídia adversa é uma falha processual, pois a verificação de UBO exige documentação legal comprobatória da estrutura de propriedade.
Conclusão: A identificação de UBO em estruturas fiduciárias complexas exige a análise documental de todos os participantes do trust e a aplicação de diligência reforçada perante sinais de alerta transacionais.
Incorrect
Correto: Para estruturas de trust, as recomendações do GAFI/FATF exigem a identificação de todas as partes envolvidas, incluindo o instituidor (settlor), curadores (trustees) e beneficiários. Dada a opacidade da estrutura em jurisdições offshore e a atividade transacional suspeita, a aplicação de Due Diligence Reforçada (EDD) é mandatória para mitigar riscos de lavagem de dinheiro.
Incorreto: Aceitar apenas a declaração de um diretor ignora a obrigação de identificar os beneficiários reais por trás de um trust. Classificar como risco médio é inadequado diante de sinais de alerta claros, como o uso de empresas de fachada e jurisdições de alto risco. Confiar apenas em mídia adversa é uma falha processual, pois a verificação de UBO exige documentação legal comprobatória da estrutura de propriedade.
Conclusão: A identificação de UBO em estruturas fiduciárias complexas exige a análise documental de todos os participantes do trust e a aplicação de diligência reforçada perante sinais de alerta transacionais.
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Question 9 of 30
9. Question
Um oficial de conformidade está revisando a abertura de conta para a empresa ‘Horizonte Global Participações’, sediada em uma jurisdição de baixa tributação. A estrutura acionária revela que a empresa é integralmente controlada por um fundo fiduciário (trust) cujos beneficiários são membros de uma família estrangeira classificada como Pessoas Politicamente Expostas (PEP). Durante a triagem, foram identificadas notícias negativas em fontes secundárias sugerindo o envolvimento de um dos beneficiários em investigações de corrupção há oito anos, embora não existam condenações formais. Diante desse cenário, qual é a conduta mais apropriada para cumprir os requisitos de Due Diligence Reforçada (EDD)?
Correct
Correto: De acordo com os padrões internacionais de AML/CFT, quando um cliente é identificado como PEP e apresenta fatores de alto risco (como jurisdições offshore e mídia adversa), a instituição deve aplicar medidas de Due Diligence Reforçada (EDD). Isso inclui obrigatoriamente a verificação da origem da riqueza (Source of Wealth) e da origem dos fundos (Source of Funds), a obtenção de aprovação da alta administração para estabelecer a relação de negócio e a condução de um monitoramento intensificado e contínuo da conta.
Incorreto: A recusa imediata sem uma análise baseada em risco pode caracterizar ‘de-risking’ indiscriminado, o que não é a prática recomendada antes de uma avaliação completa. Classificar o cliente como risco médio ignora múltiplos sinais de alerta (red flags) como o uso de trusts em paraísos fiscais e o status de PEP. Sugerir a alteração da estrutura societária para ocultar um beneficiário problemático é uma prática antiética que compromete a integridade do processo de KYC e pode ser vista como auxílio à ocultação de informações.
Conclusão: A Due Diligence Reforçada para PEPs de alto risco exige a validação da origem da riqueza e a aprovação da alta gerência para mitigar riscos de lavagem de dinheiro e corrupção.
Incorrect
Correto: De acordo com os padrões internacionais de AML/CFT, quando um cliente é identificado como PEP e apresenta fatores de alto risco (como jurisdições offshore e mídia adversa), a instituição deve aplicar medidas de Due Diligence Reforçada (EDD). Isso inclui obrigatoriamente a verificação da origem da riqueza (Source of Wealth) e da origem dos fundos (Source of Funds), a obtenção de aprovação da alta administração para estabelecer a relação de negócio e a condução de um monitoramento intensificado e contínuo da conta.
Incorreto: A recusa imediata sem uma análise baseada em risco pode caracterizar ‘de-risking’ indiscriminado, o que não é a prática recomendada antes de uma avaliação completa. Classificar o cliente como risco médio ignora múltiplos sinais de alerta (red flags) como o uso de trusts em paraísos fiscais e o status de PEP. Sugerir a alteração da estrutura societária para ocultar um beneficiário problemático é uma prática antiética que compromete a integridade do processo de KYC e pode ser vista como auxílio à ocultação de informações.
Conclusão: A Due Diligence Reforçada para PEPs de alto risco exige a validação da origem da riqueza e a aprovação da alta gerência para mitigar riscos de lavagem de dinheiro e corrupção.
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Question 10 of 30
10. Question
Um oficial de conformidade de um banco de investimento está revisando a proposta de abertura de conta para a ‘Alpha Holding Ltd.’, uma empresa registrada em uma jurisdição de baixa tributação e conhecida pelo sigilo corporativo. A estrutura de propriedade da Alpha Holding é composta por três camadas de empresas em diferentes países, e o representante legal apresentou apenas o nome de um diretor nomeado (nominee director) como o ponto de contato principal, alegando que os proprietários reais desejam manter o anonimato por razões de segurança pessoal. Diante da impossibilidade de identificar o Beneficiário Final (UBO) e da complexidade injustificada da estrutura, qual deve ser a ação imediata do oficial de conformidade?
Correct
Correto: De acordo com os padrões internacionais do GAFI/FATF e as diretrizes da ACAMS, se uma instituição financeira não for capaz de identificar e verificar a identidade do beneficiário final (UBO), ela não deve estabelecer a relação de negócio ou realizar a transação. A opacidade na estrutura de propriedade e a recusa em fornecer informações sobre o controle real são sinais de alerta críticos que exigem não apenas a recusa do serviço, mas também a consideração de um reporte às autoridades competentes.
Incorreto: Monitorar transações ou impor limites operacionais não mitiga a falha no cumprimento dos requisitos básicos de Due Diligence do Cliente (CDD). Aceitar um diretor nomeado como UBO é uma falha grave de conformidade, pois diretores nomeados não são os proprietários efetivos. Postegar a identificação do UBO para uma revisão futura viola o princípio de que a identificação deve ocorrer antes ou durante o estabelecimento da relação de negócio.
Conclusão: A identificação do beneficiário final (UBO) é um requisito mandatório e não negociável; a incapacidade de realizá-la impede o início da relação de negócio.
Incorrect
Correto: De acordo com os padrões internacionais do GAFI/FATF e as diretrizes da ACAMS, se uma instituição financeira não for capaz de identificar e verificar a identidade do beneficiário final (UBO), ela não deve estabelecer a relação de negócio ou realizar a transação. A opacidade na estrutura de propriedade e a recusa em fornecer informações sobre o controle real são sinais de alerta críticos que exigem não apenas a recusa do serviço, mas também a consideração de um reporte às autoridades competentes.
Incorreto: Monitorar transações ou impor limites operacionais não mitiga a falha no cumprimento dos requisitos básicos de Due Diligence do Cliente (CDD). Aceitar um diretor nomeado como UBO é uma falha grave de conformidade, pois diretores nomeados não são os proprietários efetivos. Postegar a identificação do UBO para uma revisão futura viola o princípio de que a identificação deve ocorrer antes ou durante o estabelecimento da relação de negócio.
Conclusão: A identificação do beneficiário final (UBO) é um requisito mandatório e não negociável; a incapacidade de realizá-la impede o início da relação de negócio.
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Question 11 of 30
11. Question
Prezada equipe de conformidade, durante a revisão periódica de um cliente corporativo de alto risco, a Holdings Internacionais XYZ, sediada em uma jurisdição de baixa tributação, identificamos que a estrutura acionária foi alterada recentemente. O novo Beneficiário Final (UBO) é um empresário estrangeiro mencionado em notícias recentes sobre investigações de corrupção em seu país de origem, embora nenhuma condenação tenha sido proferida. Além disso, a conta apresentou um volume de transações 40% superior ao perfil declarado inicialmente nos últimos seis meses. Diante dessas informações e considerando a política de Due Diligence Reforçada (EDD), qual deve ser a ação prioritária do oficial de conformidade?
Correct
Correto: A identificação de um novo Beneficiário Final (UBO) com mídia adversa, aliada a uma mudança significativa no comportamento transacional e à localização em jurisdição de risco, exige a aplicação imediata de Due Diligence Reforçada (EDD). O oficial de conformidade deve verificar a veracidade das informações, avaliar o impacto da mídia adversa no risco da instituição e garantir que a classificação de risco reflita a nova realidade, envolvendo a alta gestão conforme os protocolos de governança de risco.
Incorreto: O encerramento imediato da conta sem uma análise fundamentada é uma medida extrema que pode não ser necessária se o risco puder ser mitigado. Manter o perfil de risco atual ignorando a mídia adversa e o aumento de volume falha nos requisitos de monitoramento contínuo e identificação de sinais de alerta. Ajustar o perfil transacional apenas para suprimir alertas sem investigar a causa raiz é uma falha grave de conformidade que pode ocultar atividades de lavagem de dinheiro.
Conclusão: Mudanças na estrutura de propriedade e a presença de mídia adversa exigem a reavaliação do risco do cliente e a aplicação de procedimentos de Due Diligence Reforçada (EDD).
Incorrect
Correto: A identificação de um novo Beneficiário Final (UBO) com mídia adversa, aliada a uma mudança significativa no comportamento transacional e à localização em jurisdição de risco, exige a aplicação imediata de Due Diligence Reforçada (EDD). O oficial de conformidade deve verificar a veracidade das informações, avaliar o impacto da mídia adversa no risco da instituição e garantir que a classificação de risco reflita a nova realidade, envolvendo a alta gestão conforme os protocolos de governança de risco.
Incorreto: O encerramento imediato da conta sem uma análise fundamentada é uma medida extrema que pode não ser necessária se o risco puder ser mitigado. Manter o perfil de risco atual ignorando a mídia adversa e o aumento de volume falha nos requisitos de monitoramento contínuo e identificação de sinais de alerta. Ajustar o perfil transacional apenas para suprimir alertas sem investigar a causa raiz é uma falha grave de conformidade que pode ocultar atividades de lavagem de dinheiro.
Conclusão: Mudanças na estrutura de propriedade e a presença de mídia adversa exigem a reavaliação do risco do cliente e a aplicação de procedimentos de Due Diligence Reforçada (EDD).
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Question 12 of 30
12. Question
Um oficial de conformidade está revisando a documentação de abertura de conta para uma empresa de consultoria internacional sediada em uma jurisdição de baixa tributação. A estrutura acionária é composta por duas outras empresas sediadas em diferentes paraísos fiscais. O cliente forneceu os nomes dos diretores nominais, mas não identificou indivíduos com controle significativo ou propriedade direta. De acordo com os padrões de Due Diligence do Cliente (CDD) e as recomendações do GAFI/FATF, qual é o próximo passo mais adequado para mitigar o risco de lavagem de dinheiro?
Correct
Correto: A identificação do Beneficiário Final (UBO) é um requisito essencial do KYC. Em estruturas societárias complexas ou opacas, a instituição financeira tem a obrigação de ‘atravessar’ as camadas de empresas de fachada ou holdings para identificar as pessoas físicas que realmente controlam ou se beneficiam da entidade. O uso de diretores nominais é um sinal de alerta comum que exige diligência reforçada para garantir que o controle real seja mapeado.
Incorreto: Aceitar diretores nominais como UBOs é uma falha de conformidade, pois eles não representam o controle real. A pesquisa de mídia adversa é uma etapa importante, mas não substitui a obrigação de identificar a estrutura de propriedade. Embora estruturas offshore exijam maior escrutínio, elas não constituem, por si só, prova de crime que justifique um SAR imediato sem uma análise de diligência prévia completa para entender o propósito comercial da estrutura.
Conclusão: A identificação do beneficiário final exige a análise exaustiva da cadeia de controle até que as pessoas físicas que exercem o domínio efetivo sobre a entidade sejam devidamente identificadas e verificadas.
Incorrect
Correto: A identificação do Beneficiário Final (UBO) é um requisito essencial do KYC. Em estruturas societárias complexas ou opacas, a instituição financeira tem a obrigação de ‘atravessar’ as camadas de empresas de fachada ou holdings para identificar as pessoas físicas que realmente controlam ou se beneficiam da entidade. O uso de diretores nominais é um sinal de alerta comum que exige diligência reforçada para garantir que o controle real seja mapeado.
Incorreto: Aceitar diretores nominais como UBOs é uma falha de conformidade, pois eles não representam o controle real. A pesquisa de mídia adversa é uma etapa importante, mas não substitui a obrigação de identificar a estrutura de propriedade. Embora estruturas offshore exijam maior escrutínio, elas não constituem, por si só, prova de crime que justifique um SAR imediato sem uma análise de diligência prévia completa para entender o propósito comercial da estrutura.
Conclusão: A identificação do beneficiário final exige a análise exaustiva da cadeia de controle até que as pessoas físicas que exercem o domínio efetivo sobre a entidade sejam devidamente identificadas e verificadas.
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Question 13 of 30
13. Question
Durante uma auditoria interna de conformidade em uma instituição financeira internacional, você analisa o dossiê de um novo cliente corporativo, a Nexus Global Solutions, registrada em uma jurisdição de baixa tributação. A estrutura de propriedade revela que a Nexus é 100% controlada por uma fundação privada, cujos beneficiários não são explicitamente nomeados nos documentos constitutivos iniciais. O propósito declarado da conta é a gestão de ativos globais com uma previsão de movimentação de US$ 5 milhões no primeiro trimestre. Diante dessa estrutura complexa e do risco potencial de empresa de fachada, qual procedimento o oficial de conformidade deve priorizar para cumprir os padrões de Due Diligence Reforçada (EDD)?
Correct
Correto: A identificação do beneficiário final (UBO) é um requisito regulatório central para mitigar riscos de lavagem de dinheiro, especialmente em estruturas complexas como fundações e empresas em jurisdições offshore. O oficial deve ‘olhar através’ das camadas corporativas para identificar as pessoas físicas que detêm o controle. Além disso, avaliar a natureza e o propósito da conta (substância econômica) é essencial para garantir que a empresa não seja apenas uma entidade de fachada para evasão fiscal ou ocultação de bens.
Incorreto: Identificar apenas diretores nominais é insuficiente, pois eles frequentemente não exercem o controle real. O monitoramento transacional é uma medida complementar, mas não substitui a obrigação de identificação e verificação do cliente (KYC) no momento da abertura. O uso de terceiros ou cartas de recomendação pode ser um fator de apoio, mas a responsabilidade final pela verificação do UBO e pela análise de risco permanece com a instituição financeira que abre a conta, especialmente em cenários de alto risco.
Conclusão: A transparência total sobre a propriedade beneficiária final e a validação da substância econômica são obrigatórias para mitigar os riscos associados a estruturas corporativas complexas e jurisdições offshore.
Incorrect
Correto: A identificação do beneficiário final (UBO) é um requisito regulatório central para mitigar riscos de lavagem de dinheiro, especialmente em estruturas complexas como fundações e empresas em jurisdições offshore. O oficial deve ‘olhar através’ das camadas corporativas para identificar as pessoas físicas que detêm o controle. Além disso, avaliar a natureza e o propósito da conta (substância econômica) é essencial para garantir que a empresa não seja apenas uma entidade de fachada para evasão fiscal ou ocultação de bens.
Incorreto: Identificar apenas diretores nominais é insuficiente, pois eles frequentemente não exercem o controle real. O monitoramento transacional é uma medida complementar, mas não substitui a obrigação de identificação e verificação do cliente (KYC) no momento da abertura. O uso de terceiros ou cartas de recomendação pode ser um fator de apoio, mas a responsabilidade final pela verificação do UBO e pela análise de risco permanece com a instituição financeira que abre a conta, especialmente em cenários de alto risco.
Conclusão: A transparência total sobre a propriedade beneficiária final e a validação da substância econômica são obrigatórias para mitigar os riscos associados a estruturas corporativas complexas e jurisdições offshore.
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Question 14 of 30
14. Question
Durante a revisão periódica de um cliente corporativo de alto risco, uma empresa de consultoria sediada em uma jurisdição offshore, o analista de conformidade identifica que a estrutura de propriedade mudou recentemente. A nova estrutura envolve uma série de camadas de empresas de fachada, culminando em um trust. Ao realizar a triagem de mídia adversa, o analista encontra notícias de três anos atrás ligando um dos beneficiários finais (UBO) a investigações de suborno em contratos governamentais, embora nenhuma condenação tenha sido registrada. Qual deve ser a ação prioritária do analista para garantir a conformidade com os padrões de Due Diligence Reforçada (EDD)?
Correct
Correto: Em situações que envolvem jurisdições de alto risco, estruturas de propriedade complexas e mídia adversa, os padrões internacionais de AML exigem a aplicação de Due Diligence Reforçada (EDD). Isso inclui a verificação rigorosa do beneficiário final (UBO), a obtenção de evidências documentais sobre a origem da riqueza (Source of Wealth) e da origem dos fundos (Source of Funds), além da aprovação obrigatória por parte da alta gerência para mitigar riscos reputacionais e operacionais.
Incorreto: Encerrar a conta prematuramente impede a instituição de realizar uma análise baseada em risco completa e pode ser uma reação desproporcional antes da investigação. Ignorar a mídia adversa apenas pela falta de condenação formal falha em reconhecer o risco de crimes financeiros e corrupção. Aceitar apenas uma declaração de autoria do cliente (self-declaration) é insuficiente para validar informações em cenários de alto risco, onde fontes independentes são exigidas.
Conclusão: A identificação do beneficiário final e a validação da origem da riqueza são fundamentais na mitigação de riscos em estruturas corporativas complexas com exposição a mídia adversa.
Incorrect
Correto: Em situações que envolvem jurisdições de alto risco, estruturas de propriedade complexas e mídia adversa, os padrões internacionais de AML exigem a aplicação de Due Diligence Reforçada (EDD). Isso inclui a verificação rigorosa do beneficiário final (UBO), a obtenção de evidências documentais sobre a origem da riqueza (Source of Wealth) e da origem dos fundos (Source of Funds), além da aprovação obrigatória por parte da alta gerência para mitigar riscos reputacionais e operacionais.
Incorreto: Encerrar a conta prematuramente impede a instituição de realizar uma análise baseada em risco completa e pode ser uma reação desproporcional antes da investigação. Ignorar a mídia adversa apenas pela falta de condenação formal falha em reconhecer o risco de crimes financeiros e corrupção. Aceitar apenas uma declaração de autoria do cliente (self-declaration) é insuficiente para validar informações em cenários de alto risco, onde fontes independentes são exigidas.
Conclusão: A identificação do beneficiário final e a validação da origem da riqueza são fundamentais na mitigação de riscos em estruturas corporativas complexas com exposição a mídia adversa.
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Question 15 of 30
15. Question
Um oficial de conformidade está revisando o perfil de uma empresa de consultoria sediada em uma jurisdição de baixo imposto que deseja abrir uma conta de investimento. A estrutura societária é complexa, com várias camadas de holdings. Ao realizar a Due Diligence Reforçada (EDD), o oficial encontra uma discrepância entre a declaração de beneficiário final (UBO) fornecida pelo cliente e as informações obtidas em um banco de dados comercial de terceiros. Qual é a ação mais adequada para validar a propriedade beneficiária e mitigar o risco de lavagem de dinheiro?
Correct
Correto: A identificação do Beneficiário Final (UBO) exige a compreensão clara da estrutura de controle. Em casos de discrepância ou alta complexidade, documentos oficiais (como registros comerciais e atos constitutivos) e fontes governamentais primárias devem ser utilizados para validar a cadeia de controle até a pessoa física. Isso garante que a instituição não esteja sendo utilizada para ocultar a identidade de indivíduos politicamente expostos ou criminosos através de empresas de fachada.
Incorreto: Aceitar apenas a declaração do cliente sem verificação independente falha nos padrões de Due Diligence de Clientes (CDD). Confiar cegamente em bancos de dados comerciais é inadequado, pois estas são fontes secundárias que podem conter erros ou informações desatualizadas. Reduzir a classificação de risco ou postergar a verificação para o monitoramento transacional sem resolver a lacuna de identificação inicial viola os requisitos regulatórios de conhecer o cliente antes de iniciar o relacionamento.
Conclusão: A verificação de beneficiários finais em estruturas complexas deve priorizar documentos oficiais e a identificação da pessoa física no topo da cadeia de controle para garantir a conformidade com as normas de CDD.
Incorrect
Correto: A identificação do Beneficiário Final (UBO) exige a compreensão clara da estrutura de controle. Em casos de discrepância ou alta complexidade, documentos oficiais (como registros comerciais e atos constitutivos) e fontes governamentais primárias devem ser utilizados para validar a cadeia de controle até a pessoa física. Isso garante que a instituição não esteja sendo utilizada para ocultar a identidade de indivíduos politicamente expostos ou criminosos através de empresas de fachada.
Incorreto: Aceitar apenas a declaração do cliente sem verificação independente falha nos padrões de Due Diligence de Clientes (CDD). Confiar cegamente em bancos de dados comerciais é inadequado, pois estas são fontes secundárias que podem conter erros ou informações desatualizadas. Reduzir a classificação de risco ou postergar a verificação para o monitoramento transacional sem resolver a lacuna de identificação inicial viola os requisitos regulatórios de conhecer o cliente antes de iniciar o relacionamento.
Conclusão: A verificação de beneficiários finais em estruturas complexas deve priorizar documentos oficiais e a identificação da pessoa física no topo da cadeia de controle para garantir a conformidade com as normas de CDD.
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Question 16 of 30
16. Question
Durante uma revisão periódica de um cliente corporativo classificado como de alto risco, um analista de conformidade observa que a empresa ‘Logística Global S.A.’ é controlada por uma holding sediada em uma jurisdição offshore, que por sua vez é de propriedade de um ‘Private Trust’. O propósito declarado da conta é a facilitação de comércio internacional, mas os padrões de transação mostram pagamentos frequentes para entidades sem presença operacional clara. Ao comparar as abordagens para mitigar o risco de lavagem de dinheiro e identificar a Propriedade Beneficiária Final (UBO), qual procedimento é o mais adequado?
Correct
Correto: Para clientes de alto risco e estruturas complexas, como Trusts e holdings offshore, as normas internacionais e os padrões de auditoria exigem a identificação da pessoa natural que detém o controle ou benefício final (UBO). A verificação deve ser independente e incluir a análise de sanções e mídia adversa para mitigar o risco de que a estrutura seja usada para ocultar ativos ou facilitar crimes financeiros, conforme os requisitos de Due Diligence Reforçada (EDD).
Incorreto: A abordagem de validar apenas a entidade imediata e o diretor nomeado falha ao não identificar o UBO real, permitindo o uso de testas de ferro. Focar apenas no fluxo de caixa ignora a obrigação fundamental de KYC (Know Your Customer) de entender quem é o cliente antes de validar a atividade. Confiar exclusivamente em cartas de recomendação de terceiros é insuficiente para clientes de alto risco, pois não substitui a verificação independente e direta exigida pelos protocolos de conformidade.
Conclusão: A Due Diligence Reforçada exige a identificação completa da cadeia de controle até a pessoa natural, especialmente em estruturas que utilizam veículos de investimento offshore e Trusts para garantir a transparência.
Incorrect
Correto: Para clientes de alto risco e estruturas complexas, como Trusts e holdings offshore, as normas internacionais e os padrões de auditoria exigem a identificação da pessoa natural que detém o controle ou benefício final (UBO). A verificação deve ser independente e incluir a análise de sanções e mídia adversa para mitigar o risco de que a estrutura seja usada para ocultar ativos ou facilitar crimes financeiros, conforme os requisitos de Due Diligence Reforçada (EDD).
Incorreto: A abordagem de validar apenas a entidade imediata e o diretor nomeado falha ao não identificar o UBO real, permitindo o uso de testas de ferro. Focar apenas no fluxo de caixa ignora a obrigação fundamental de KYC (Know Your Customer) de entender quem é o cliente antes de validar a atividade. Confiar exclusivamente em cartas de recomendação de terceiros é insuficiente para clientes de alto risco, pois não substitui a verificação independente e direta exigida pelos protocolos de conformidade.
Conclusão: A Due Diligence Reforçada exige a identificação completa da cadeia de controle até a pessoa natural, especialmente em estruturas que utilizam veículos de investimento offshore e Trusts para garantir a transparência.
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Question 17 of 30
17. Question
Durante uma auditoria interna no departamento de conformidade, foi identificado que um cliente corporativo de grande porte alterou sua estrutura de controle, inserindo uma entidade intermediária em uma jurisdição offshore. Simultaneamente, ferramentas de monitoramento detectaram notícias negativas ligando um dos novos acionistas indiretos a investigações de evasão fiscal. Apesar disso, o volume de transações permanece dentro dos limites históricos esperados. Diante deste cenário, qual é o procedimento mais adequado de acordo com as normas de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD)?
Correct
Correto: De acordo com as recomendações do GAFI e os padrões de Due Diligence do Cliente (CDD), qualquer mudança significativa na estrutura de propriedade ou o surgimento de informações negativas (mídia adversa) exige uma reavaliação imediata. A identificação do beneficiário final (UBO) é crucial para entender quem exerce o controle efetivo, especialmente quando jurisdições offshore são utilizadas, o que pode mascarar riscos de evasão fiscal ou lavagem de dinheiro.
Incorreto: Manter o perfil de risco inalterado apenas com base na estabilidade transacional ignora os riscos estruturais e reputacionais que surgiram. A notificação imediata às autoridades sem uma análise interna prévia é prematura, pois a mudança de estrutura por si só não constitui prova de crime, mas sim um gatilho para investigação. Postergar a análise para o próximo ciclo de revisão anual é uma falha grave de conformidade, pois deixa a instituição exposta a riscos conhecidos durante um período prolongado.
Conclusão: Mudanças na estrutura de propriedade e a presença de mídia adversa são gatilhos que exigem a reidentificação do beneficiário final e a atualização imediata da classificação de risco.
Incorrect
Correto: De acordo com as recomendações do GAFI e os padrões de Due Diligence do Cliente (CDD), qualquer mudança significativa na estrutura de propriedade ou o surgimento de informações negativas (mídia adversa) exige uma reavaliação imediata. A identificação do beneficiário final (UBO) é crucial para entender quem exerce o controle efetivo, especialmente quando jurisdições offshore são utilizadas, o que pode mascarar riscos de evasão fiscal ou lavagem de dinheiro.
Incorreto: Manter o perfil de risco inalterado apenas com base na estabilidade transacional ignora os riscos estruturais e reputacionais que surgiram. A notificação imediata às autoridades sem uma análise interna prévia é prematura, pois a mudança de estrutura por si só não constitui prova de crime, mas sim um gatilho para investigação. Postergar a análise para o próximo ciclo de revisão anual é uma falha grave de conformidade, pois deixa a instituição exposta a riscos conhecidos durante um período prolongado.
Conclusão: Mudanças na estrutura de propriedade e a presença de mídia adversa são gatilhos que exigem a reidentificação do beneficiário final e a atualização imediata da classificação de risco.
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Question 18 of 30
18. Question
Durante uma auditoria interna no departamento de conformidade, um auditor analisa o dossiê de um cliente corporativo, a Logística Horizonte S.A. O perfil indica que a empresa é de propriedade de uma fundação em uma jurisdição de sigilo financeiro. Recentemente, a conta recebeu transferências volumosas de terceiros não identificados, justificadas como empréstimos de acionistas, e o monitoramento de transações gerou um alerta de desvio de perfil. Ao revisar a documentação de KYC, o auditor nota que a identificação do beneficiário final (UBO) foi baseada apenas em uma declaração assinada pelo administrador local. Qual é a falha crítica identificada e a ação corretiva necessária?
Correct
Correto: Em estruturas de propriedade complexas ou jurisdições de sigilo, a simples declaração do administrador não é suficiente para cumprir os requisitos de Due Diligence. É necessário realizar a verificação independente da cadeia de titularidade para identificar a pessoa física que exerce o controle final (UBO), além de investigar a legitimidade de fluxos financeiros atípicos, como empréstimos de acionistas, que são tipicamente usados para ocultar a origem ilícita de fundos.
Incorreto: Bloquear créditos sem uma análise fundamentada pode ser uma medida desproporcional e não resolve a falha estrutural na identificação do cliente. A triagem de sanções é um processo contínuo, mas a falha principal neste cenário é a verificação da propriedade beneficiária e da atividade econômica. Ajustar parâmetros de monitoramento para reduzir alertas quando existem sinais claros de risco (red flags) é uma prática que compromete gravemente a eficácia do programa de prevenção à lavagem de dinheiro.
Conclusão: A identificação do beneficiário final em estruturas societárias opacas exige a validação documental de toda a cadeia de controle até a pessoa física, complementada pela verificação da origem dos recursos.
Incorrect
Correto: Em estruturas de propriedade complexas ou jurisdições de sigilo, a simples declaração do administrador não é suficiente para cumprir os requisitos de Due Diligence. É necessário realizar a verificação independente da cadeia de titularidade para identificar a pessoa física que exerce o controle final (UBO), além de investigar a legitimidade de fluxos financeiros atípicos, como empréstimos de acionistas, que são tipicamente usados para ocultar a origem ilícita de fundos.
Incorreto: Bloquear créditos sem uma análise fundamentada pode ser uma medida desproporcional e não resolve a falha estrutural na identificação do cliente. A triagem de sanções é um processo contínuo, mas a falha principal neste cenário é a verificação da propriedade beneficiária e da atividade econômica. Ajustar parâmetros de monitoramento para reduzir alertas quando existem sinais claros de risco (red flags) é uma prática que compromete gravemente a eficácia do programa de prevenção à lavagem de dinheiro.
Conclusão: A identificação do beneficiário final em estruturas societárias opacas exige a validação documental de toda a cadeia de controle até a pessoa física, complementada pela verificação da origem dos recursos.
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Question 19 of 30
19. Question
Um oficial de conformidade de um banco de investimento está analisando a proposta de abertura de conta de uma empresa sediada em uma jurisdição offshore. A estrutura de propriedade é complexa, envolvendo várias camadas de empresas de fachada, e a pesquisa de mídia adversa revelou que o beneficiário final (UBO) foi citado em investigações de corrupção há cinco anos, embora nunca tenha sido condenado. O propósito declarado da conta é a facilitação de pagamentos comerciais internacionais. Diante desse cenário, qual é o procedimento correto a ser adotado?
Correct
Correto: A presença de estruturas complexas (empresas de fachada), jurisdições offshore e mídia adversa relacionada a corrupção exige a aplicação de Due Diligence Aprimorada (EDD). De acordo com os padrões internacionais, isso inclui a verificação obrigatória da origem da riqueza (Source of Wealth) e da origem dos fundos (Source of Funds), além da escalada para aprovação da alta gerência para mitigar riscos operacionais e reputacionais.
Incorreto: Ignorar a mídia adversa apenas pela ausência de condenação criminal é uma falha na avaliação de risco reputacional. Classificar o cliente como risco baixo ignora múltiplos sinais de alerta (red flags) presentes no cenário. Propor a mudança de sede como forma de dispensar a verificação da origem da riqueza é incorreto, pois o risco reside na figura do beneficiário final e na natureza dos fundos, independentemente da jurisdição da sede.
Conclusão: Estruturas societárias opacas combinadas com mídia adversa exigem obrigatoriamente Due Diligence Aprimorada e escrutínio da alta gestão para validar a legitimidade dos fundos.
Incorrect
Correto: A presença de estruturas complexas (empresas de fachada), jurisdições offshore e mídia adversa relacionada a corrupção exige a aplicação de Due Diligence Aprimorada (EDD). De acordo com os padrões internacionais, isso inclui a verificação obrigatória da origem da riqueza (Source of Wealth) e da origem dos fundos (Source of Funds), além da escalada para aprovação da alta gerência para mitigar riscos operacionais e reputacionais.
Incorreto: Ignorar a mídia adversa apenas pela ausência de condenação criminal é uma falha na avaliação de risco reputacional. Classificar o cliente como risco baixo ignora múltiplos sinais de alerta (red flags) presentes no cenário. Propor a mudança de sede como forma de dispensar a verificação da origem da riqueza é incorreto, pois o risco reside na figura do beneficiário final e na natureza dos fundos, independentemente da jurisdição da sede.
Conclusão: Estruturas societárias opacas combinadas com mídia adversa exigem obrigatoriamente Due Diligence Aprimorada e escrutínio da alta gestão para validar a legitimidade dos fundos.
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Question 20 of 30
20. Question
Durante o processo de integração (onboarding) de uma nova empresa cliente sediada em uma jurisdição de baixa tributação, um oficial de conformidade observa que a estrutura acionária é composta por várias camadas de holdings estrangeiras. Para cumprir as normas de Due Diligence do Cliente (CDD) e mitigar o risco de ocultação de patrimônio, qual procedimento deve ser priorizado na identificação do Beneficiário Final (UBO)?
Correct
Correto: De acordo com as recomendações do GAFI/FATF e os padrões internacionais de AML, a identificação do Beneficiário Final (UBO) exige que as instituições financeiras identifiquem a pessoa natural que, em última instância, detém ou controla o cliente. Em estruturas complexas ou com múltiplas camadas, é essencial ‘perfurar o véu corporativo’ até encontrar o indivíduo físico, garantindo que empresas de fachada não sejam utilizadas para ocultar a origem ilícita de fundos.
Incorreto: Focar apenas em diretores nomeados é insuficiente, pois estes podem ser apenas testas-de-ferro sem controle real. Aceitar declarações de terceiros sem uma análise crítica e independente viola os princípios de Due Diligence Reforçada (EDD) necessários para jurisdições de risco. Classificar holdings em paraísos fiscais como baixo risco ignora os sinais de alerta clássicos para evasão fiscal e lavagem de dinheiro.
Conclusão: A identificação do beneficiário final deve sempre alcançar a pessoa natural que detém o controle efetivo, superando qualquer complexidade de camadas corporativas para garantir a transparência e conformidade.
Incorrect
Correto: De acordo com as recomendações do GAFI/FATF e os padrões internacionais de AML, a identificação do Beneficiário Final (UBO) exige que as instituições financeiras identifiquem a pessoa natural que, em última instância, detém ou controla o cliente. Em estruturas complexas ou com múltiplas camadas, é essencial ‘perfurar o véu corporativo’ até encontrar o indivíduo físico, garantindo que empresas de fachada não sejam utilizadas para ocultar a origem ilícita de fundos.
Incorreto: Focar apenas em diretores nomeados é insuficiente, pois estes podem ser apenas testas-de-ferro sem controle real. Aceitar declarações de terceiros sem uma análise crítica e independente viola os princípios de Due Diligence Reforçada (EDD) necessários para jurisdições de risco. Classificar holdings em paraísos fiscais como baixo risco ignora os sinais de alerta clássicos para evasão fiscal e lavagem de dinheiro.
Conclusão: A identificação do beneficiário final deve sempre alcançar a pessoa natural que detém o controle efetivo, superando qualquer complexidade de camadas corporativas para garantir a transparência e conformidade.
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Question 21 of 30
21. Question
Um oficial de conformidade de um banco internacional está revisando a abertura de conta para a Horizonte Global Ltd, uma empresa sediada em uma jurisdição de baixa tributação. A documentação inicial indica que a empresa é de propriedade de uma fundação em outro país, e o propósito declarado é a gestão de ativos familiares. Durante a triagem de mídia adversa, surge uma notícia de três anos atrás vinculando um dos diretores da fundação a uma investigação de corrupção em andamento, embora nenhuma condenação tenha sido registrada. Ao redigir a política de Due Diligence Reforçada (EDD) para este caso, qual procedimento deve ser priorizado para mitigar o risco de lavagem de dinheiro e garantir a conformidade com os padrões de Propriedade Beneficiária (UBO)?
Correct
Correto: De acordo com as recomendações do GAFI/FATF e os padrões de KYC, a identificação do Beneficiário Final (UBO) deve sempre chegar à pessoa natural que exerce o controle ou propriedade efetiva. Em cenários de alto risco, como o uso de estruturas complexas (fundações) e jurisdições offshore, é imperativo realizar a Due Diligence Reforçada (EDD), que inclui a verificação da Fonte de Riqueza (Source of Wealth) e da Fonte de Fundos (Source of Funds) para mitigar riscos de corrupção e lavagem de dinheiro.
Incorreto: As outras opções falham em abordar os requisitos fundamentais de conformidade: uma fundação não pode ser o UBO final, pois é uma entidade jurídica; a ausência de condenação não elimina o risco reputacional e operacional da mídia adversa, exigindo mais do que uma classificação de risco médio; e exigir a mudança de jurisdição é uma decisão comercial que não resolve a obrigação legal de identificar quem controla a estrutura atual.
Conclusão: A identificação do beneficiário final deve sempre focar na pessoa natural que exerce o controle efetivo, especialmente em estruturas complexas ou jurisdições de alto risco.
Incorrect
Correto: De acordo com as recomendações do GAFI/FATF e os padrões de KYC, a identificação do Beneficiário Final (UBO) deve sempre chegar à pessoa natural que exerce o controle ou propriedade efetiva. Em cenários de alto risco, como o uso de estruturas complexas (fundações) e jurisdições offshore, é imperativo realizar a Due Diligence Reforçada (EDD), que inclui a verificação da Fonte de Riqueza (Source of Wealth) e da Fonte de Fundos (Source of Funds) para mitigar riscos de corrupção e lavagem de dinheiro.
Incorreto: As outras opções falham em abordar os requisitos fundamentais de conformidade: uma fundação não pode ser o UBO final, pois é uma entidade jurídica; a ausência de condenação não elimina o risco reputacional e operacional da mídia adversa, exigindo mais do que uma classificação de risco médio; e exigir a mudança de jurisdição é uma decisão comercial que não resolve a obrigação legal de identificar quem controla a estrutura atual.
Conclusão: A identificação do beneficiário final deve sempre focar na pessoa natural que exerce o controle efetivo, especialmente em estruturas complexas ou jurisdições de alto risco.
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Question 22 of 30
22. Question
Durante o processo de Due Diligence de um novo cliente corporativo, um oficial de conformidade identifica que a empresa é uma holding sediada em uma jurisdição de baixa tributação, com uma estrutura acionária composta por outras três camadas de empresas estrangeiras. Qual ação é fundamental para cumprir os padrões de identificação do Beneficiário Final (UBO) e mitigar o risco de empresas de fachada?
Correct
Correto: A identificação do Beneficiário Final (UBO) exige que a instituição financeira identifique as pessoas naturais que, em última instância, possuem ou controlam o cliente. Em estruturas complexas ou envolvendo jurisdições de risco, é essencial não apenas identificar essas pessoas, mas também compreender e validar o propósito comercial da estrutura para garantir que ela não está sendo utilizada como uma empresa de fachada para lavagem de dinheiro ou evasão fiscal.
Incorreto: Basear-se apenas em diretores nominais ou documentos superficiais é insuficiente, pois estes podem ser apenas testas de ferro. Limitar a triagem à entidade jurídica ignora o risco associado aos indivíduos que a controlam. Aceitar a verificação de terceiros sem uma análise crítica e independente, especialmente em cenários de alto risco, viola os princípios de Know Your Customer (KYC) e as recomendações do GAFI/FATF.
Conclusão: A identificação do beneficiário final deve sempre chegar à pessoa natural e incluir a validação da legitimidade econômica da estrutura corporativa.
Incorrect
Correto: A identificação do Beneficiário Final (UBO) exige que a instituição financeira identifique as pessoas naturais que, em última instância, possuem ou controlam o cliente. Em estruturas complexas ou envolvendo jurisdições de risco, é essencial não apenas identificar essas pessoas, mas também compreender e validar o propósito comercial da estrutura para garantir que ela não está sendo utilizada como uma empresa de fachada para lavagem de dinheiro ou evasão fiscal.
Incorreto: Basear-se apenas em diretores nominais ou documentos superficiais é insuficiente, pois estes podem ser apenas testas de ferro. Limitar a triagem à entidade jurídica ignora o risco associado aos indivíduos que a controlam. Aceitar a verificação de terceiros sem uma análise crítica e independente, especialmente em cenários de alto risco, viola os princípios de Know Your Customer (KYC) e as recomendações do GAFI/FATF.
Conclusão: A identificação do beneficiário final deve sempre chegar à pessoa natural e incluir a validação da legitimidade econômica da estrutura corporativa.
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Question 23 of 30
23. Question
Durante o processo de integração de um novo cliente corporativo, uma empresa de consultoria sediada em uma jurisdição de alto risco, o oficial de conformidade observa que a estrutura de propriedade é composta por várias camadas de empresas holding em diferentes centros financeiros offshore. O cliente forneceu documentos de registro básico, mas a identidade da pessoa natural que exerce o controle final permanece obscura devido a um acordo de confiança (trust) no topo da estrutura. Qual é a próxima etapa mais adequada para o oficial de conformidade cumprir os requisitos de Due Diligence do Cliente (CDD)?
Correct
Correto: De acordo com os padrões internacionais do GAFI/FATF e as práticas de ACAMS, quando um cliente possui uma estrutura de propriedade complexa envolvendo trusts, a instituição deve identificar todas as pessoas naturais que exercem controle ou se beneficiam da estrutura. Isso inclui o instituidor (settlor), os curadores (trustees), o protetor (se houver) e os beneficiários, para garantir que o Beneficiário Final (UBO) seja devidamente verificado e o risco de lavagem de dinheiro por meio de empresas de fachada seja mitigado.
Incorreto: Aceitar apenas uma declaração do representante legal sem verificação independente é insuficiente para clientes de alto risco. Pesquisar mídia adversa apenas na entidade operacional ignora o risco dos controladores ocultos. Classificar como risco médio uma estrutura complexa em jurisdição de alto risco viola os princípios de abordagem baseada em risco, que exigiriam Due Diligence Reforçada (EDD) e uma análise mais profunda antes da aprovação.
Conclusão: A identificação do beneficiário final em estruturas de trusts exige a verificação de todas as partes controladoras para evitar a ocultação de ativos por trás de camadas corporativas.
Incorrect
Correto: De acordo com os padrões internacionais do GAFI/FATF e as práticas de ACAMS, quando um cliente possui uma estrutura de propriedade complexa envolvendo trusts, a instituição deve identificar todas as pessoas naturais que exercem controle ou se beneficiam da estrutura. Isso inclui o instituidor (settlor), os curadores (trustees), o protetor (se houver) e os beneficiários, para garantir que o Beneficiário Final (UBO) seja devidamente verificado e o risco de lavagem de dinheiro por meio de empresas de fachada seja mitigado.
Incorreto: Aceitar apenas uma declaração do representante legal sem verificação independente é insuficiente para clientes de alto risco. Pesquisar mídia adversa apenas na entidade operacional ignora o risco dos controladores ocultos. Classificar como risco médio uma estrutura complexa em jurisdição de alto risco viola os princípios de abordagem baseada em risco, que exigiriam Due Diligence Reforçada (EDD) e uma análise mais profunda antes da aprovação.
Conclusão: A identificação do beneficiário final em estruturas de trusts exige a verificação de todas as partes controladoras para evitar a ocultação de ativos por trás de camadas corporativas.
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Question 24 of 30
24. Question
Durante uma auditoria interna periódica no departamento de compliance de um banco internacional, um auditor analisa o dossiê de um novo cliente corporativo, a ‘Investimentos Horizonte Ltda’. A empresa é uma holding sediada em uma jurisdição de baixa tributação, com uma estrutura de propriedade em camadas que envolve duas outras entidades em paraísos fiscais. O dossiê identifica um beneficiário final (UBO) com 26% de participação, mas a documentação sobre a natureza e o propósito da conta descreve apenas ‘gestão de ativos’ de forma genérica, sem detalhar a origem da riqueza (Source of Wealth) ou a atividade comercial subjacente das subsidiárias. Considerando os padrões de Due Diligence Aprimorada (EDD), qual deve ser a principal recomendação do auditor?
Correct
Correto: Para clientes com estruturas societárias complexas ou localizados em jurisdições de alto risco, a abordagem baseada em risco exige a aplicação de Due Diligence Aprimorada (EDD). Isso inclui não apenas a identificação do beneficiário final (UBO), mas a compreensão profunda da origem da riqueza e dos fundos, além da justificativa comercial para a existência de múltiplas camadas de propriedade, visando descartar o uso de empresas de fachada para evasão fiscal ou lavagem de dinheiro.
Incorreto: A triagem de sanções é apenas um componente do KYC e não substitui a necessidade de entender a origem dos fundos em casos de alto risco. O encerramento imediato da conta sem uma análise prévia é uma medida extrema que ignora a gestão de risco proporcional. Aceitar descrições genéricas e focar apenas na formalidade documental (apostilamento) falha em mitigar o risco substantivo de crimes financeiros associados a estruturas opacas.
Conclusão: Em cenários de alto risco e estruturas complexas, a conformidade exige a validação da origem da riqueza e a compreensão da substância econômica da estrutura do cliente.
Incorrect
Correto: Para clientes com estruturas societárias complexas ou localizados em jurisdições de alto risco, a abordagem baseada em risco exige a aplicação de Due Diligence Aprimorada (EDD). Isso inclui não apenas a identificação do beneficiário final (UBO), mas a compreensão profunda da origem da riqueza e dos fundos, além da justificativa comercial para a existência de múltiplas camadas de propriedade, visando descartar o uso de empresas de fachada para evasão fiscal ou lavagem de dinheiro.
Incorreto: A triagem de sanções é apenas um componente do KYC e não substitui a necessidade de entender a origem dos fundos em casos de alto risco. O encerramento imediato da conta sem uma análise prévia é uma medida extrema que ignora a gestão de risco proporcional. Aceitar descrições genéricas e focar apenas na formalidade documental (apostilamento) falha em mitigar o risco substantivo de crimes financeiros associados a estruturas opacas.
Conclusão: Em cenários de alto risco e estruturas complexas, a conformidade exige a validação da origem da riqueza e a compreensão da substância econômica da estrutura do cliente.
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Question 25 of 30
25. Question
Um oficial de conformidade está revisando a abertura de conta para uma empresa de consultoria sediada em uma jurisdição de baixa tributação. A estrutura acionária revela que a empresa é integralmente detida por uma fundação em um país terceiro, que por sua vez é administrada por um conselho de curadores profissionais. Ao solicitar a identificação do Beneficiário Final (UBO), o cliente afirma que não há um único indivíduo com mais de 25% de controle direto ou indireto. Qual é a ação mais apropriada de acordo com os padrões internacionais de Due Diligence do Cliente (CDD)?
Correct
Correto: De acordo com as recomendações do GAFI (FATF) e os padrões de CDD, a identificação do beneficiário final deve sempre chegar a uma pessoa natural. Se nenhum indivíduo possuir uma participação de controle por propriedade (geralmente acima de 25%), a instituição financeira deve buscar identificar quem exerce o controle efetivo por outros meios. Caso nenhum indivíduo seja identificado sob esses critérios, a pessoa natural que exerce o cargo de administrador sênior (como um CEO ou diretor executivo) deve ser identificada e verificada.
Incorreto: Designar uma entidade jurídica como UBO é incorreto, pois o conceito de beneficiário final exige a identificação de pessoas naturais. Limitar a diligência apenas aos documentos de registro sem verificar a identidade de quem exerce influência real falha em mitigar o risco de lavagem de dinheiro. Classificar a conta como baixo risco sem uma análise profunda de uma estrutura complexa em jurisdição de baixa tributação ignora sinais de alerta clássicos para empresas de fachada e evasão fiscal.
Conclusão: A identificação do beneficiário final deve sempre resultar na identificação de uma pessoa natural, seja por propriedade, controle efetivo ou pela posição de administrador sênior.
Incorrect
Correto: De acordo com as recomendações do GAFI (FATF) e os padrões de CDD, a identificação do beneficiário final deve sempre chegar a uma pessoa natural. Se nenhum indivíduo possuir uma participação de controle por propriedade (geralmente acima de 25%), a instituição financeira deve buscar identificar quem exerce o controle efetivo por outros meios. Caso nenhum indivíduo seja identificado sob esses critérios, a pessoa natural que exerce o cargo de administrador sênior (como um CEO ou diretor executivo) deve ser identificada e verificada.
Incorreto: Designar uma entidade jurídica como UBO é incorreto, pois o conceito de beneficiário final exige a identificação de pessoas naturais. Limitar a diligência apenas aos documentos de registro sem verificar a identidade de quem exerce influência real falha em mitigar o risco de lavagem de dinheiro. Classificar a conta como baixo risco sem uma análise profunda de uma estrutura complexa em jurisdição de baixa tributação ignora sinais de alerta clássicos para empresas de fachada e evasão fiscal.
Conclusão: A identificação do beneficiário final deve sempre resultar na identificação de uma pessoa natural, seja por propriedade, controle efetivo ou pela posição de administrador sênior.
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Question 26 of 30
26. Question
Um oficial de conformidade de um banco internacional está revisando a abertura de conta para uma empresa de consultoria sediada em uma jurisdição offshore. Durante o processo de Due Diligence Reforçada (EDD), o oficial identifica que 100% das ações da empresa pertencem a um Trust familiar. O contrato social da empresa não especifica os beneficiários do Trust, e o cliente alega que a estrutura visa apenas o planejamento sucessório e a eficiência tributária. De acordo com os padrões internacionais de combate à lavagem de dinheiro e as melhores práticas de identificação do beneficiário final (UBO), qual deve ser a ação prioritária do oficial de conformidade para mitigar o risco de ocultação de patrimônio?
Correct
Correto: A identificação do beneficiário final (UBO) em estruturas complexas, como Trusts, exige que a instituição financeira identifique todas as pessoas naturais que exercem controle ou se beneficiam da estrutura, incluindo instituidores (settlors), curadores (trustees) e beneficiários. A triagem de sanções e mídia adversa é um passo crítico para garantir que a estrutura não esteja sendo utilizada para lavagem de dinheiro ou evasão de sanções, independentemente da justificativa comercial apresentada.
Incorreto: Aceitar apenas declarações de autodeclaração sem verificação independente é insuficiente para processos de EDD. Classificar a conta como risco médio sem a identificação completa do UBO ignora o risco inerente de opacidade em jurisdições offshore. Limitar a verificação aos diretores falha no princípio de ‘olhar através’ da estrutura societária para identificar quem realmente detém o controle ou o benefício econômico final.
Conclusão: A identificação efetiva do beneficiário final em estruturas de Trust exige a análise de todas as partes naturais envolvidas para prevenir a ocultação de ativos e garantir a conformidade com as normas de PLD/FT.
Incorrect
Correto: A identificação do beneficiário final (UBO) em estruturas complexas, como Trusts, exige que a instituição financeira identifique todas as pessoas naturais que exercem controle ou se beneficiam da estrutura, incluindo instituidores (settlors), curadores (trustees) e beneficiários. A triagem de sanções e mídia adversa é um passo crítico para garantir que a estrutura não esteja sendo utilizada para lavagem de dinheiro ou evasão de sanções, independentemente da justificativa comercial apresentada.
Incorreto: Aceitar apenas declarações de autodeclaração sem verificação independente é insuficiente para processos de EDD. Classificar a conta como risco médio sem a identificação completa do UBO ignora o risco inerente de opacidade em jurisdições offshore. Limitar a verificação aos diretores falha no princípio de ‘olhar através’ da estrutura societária para identificar quem realmente detém o controle ou o benefício econômico final.
Conclusão: A identificação efetiva do beneficiário final em estruturas de Trust exige a análise de todas as partes naturais envolvidas para prevenir a ocultação de ativos e garantir a conformidade com as normas de PLD/FT.
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Question 27 of 30
27. Question
Um oficial de conformidade está revisando a conta de uma empresa de comércio exterior que opera em uma zona de processamento de exportação. Durante a revisão periódica, observa-se que, embora a empresa tenha sido classificada inicialmente como de risco médio, houve um aumento súbito no volume de transações com países de alto risco, justificadas como pagamentos de serviços de consultoria. Além disso, a estrutura de propriedade foi alterada para incluir uma fundação privada em uma jurisdição de baixa transparência. Qual é a ação mais adequada para mitigar os riscos identificados?
Correct
Correto: A combinação de transações com jurisdições de alto risco, pagamentos por serviços intangíveis (consultoria) e uma estrutura de propriedade opaca (fundação em jurisdição de baixa transparência) constitui um conjunto de sinais de alerta (red flags) que exige a reclassificação para alto risco e a aplicação de Due Diligence Reforçada (EDD). É mandatório identificar o beneficiário final (UBO) e compreender a natureza comercial das transações para mitigar riscos de lavagem de dinheiro ou evasão de sanções.
Incorreto: Manter o risco médio ignora o agravamento dos fatores de risco de jurisdição e estrutura societária. Encerrar a conta ou notificar autoridades sem uma análise interna prévia pode ser uma reação desproporcional ou prematura antes da conclusão da EDD. Apenas atualizar o perfil e aguardar o próximo ciclo de revisão falha em responder prontamente a gatilhos de eventos que alteram significativamente o perfil de risco do cliente.
Conclusão: Mudanças para estruturas societárias opacas e transações atípicas com jurisdições de risco exigem a reclassificação imediata do cliente e a aplicação de medidas de diligência reforçada.
Incorrect
Correto: A combinação de transações com jurisdições de alto risco, pagamentos por serviços intangíveis (consultoria) e uma estrutura de propriedade opaca (fundação em jurisdição de baixa transparência) constitui um conjunto de sinais de alerta (red flags) que exige a reclassificação para alto risco e a aplicação de Due Diligence Reforçada (EDD). É mandatório identificar o beneficiário final (UBO) e compreender a natureza comercial das transações para mitigar riscos de lavagem de dinheiro ou evasão de sanções.
Incorreto: Manter o risco médio ignora o agravamento dos fatores de risco de jurisdição e estrutura societária. Encerrar a conta ou notificar autoridades sem uma análise interna prévia pode ser uma reação desproporcional ou prematura antes da conclusão da EDD. Apenas atualizar o perfil e aguardar o próximo ciclo de revisão falha em responder prontamente a gatilhos de eventos que alteram significativamente o perfil de risco do cliente.
Conclusão: Mudanças para estruturas societárias opacas e transações atípicas com jurisdições de risco exigem a reclassificação imediata do cliente e a aplicação de medidas de diligência reforçada.
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Question 28 of 30
28. Question
Durante o processo de integração de uma nova empresa cliente sediada em uma jurisdição de alto risco, um oficial de conformidade observa que a estrutura acionária é composta por várias camadas de empresas holding. Ao solicitar a identificação do Beneficiário Final (UBO), o cliente fornece o nome de um consultor jurídico que detém o controle administrativo por meio de uma procuração, mas não possui participação acionária direta. Qual é a ação mais apropriada de acordo com os padrões internacionais de Due Diligence do Cliente (CDD)?
Correct
Correto: De acordo com as recomendações do GAFI (FATF) e os padrões de CDD, o Beneficiário Final (UBO) deve ser sempre a pessoa natural que, em última instância, possui ou controla o cliente. Em estruturas complexas ou multicamadas, a instituição financeira tem a obrigação de ‘perfurar o véu corporativo’ para identificar quem exerce o controle efetivo, não devendo aceitar representantes legais ou intermediários como beneficiários finais, a menos que estes também atendam aos critérios de propriedade ou controle real.
Incorreto: Aceitar um consultor jurídico ou representante como UBO falha em identificar o risco real de lavagem de dinheiro, pois estes podem ser apenas testas de ferro. Classificar a conta como risco moderado apenas pela presença de um consultor ignora o risco inerente da jurisdição e da estrutura opaca. Validar apenas acionistas com mais de 50% é insuficiente, pois os padrões internacionais geralmente exigem a identificação de qualquer pessoa com 25% ou mais, ou qualquer pessoa que exerça controle efetivo por outros meios.
Conclusão: A identificação do beneficiário final deve sempre focar na pessoa natural que exerce o controle ou propriedade efetiva, superando estruturas corporativas complexas para mitigar o uso de empresas de fachada.
Incorrect
Correto: De acordo com as recomendações do GAFI (FATF) e os padrões de CDD, o Beneficiário Final (UBO) deve ser sempre a pessoa natural que, em última instância, possui ou controla o cliente. Em estruturas complexas ou multicamadas, a instituição financeira tem a obrigação de ‘perfurar o véu corporativo’ para identificar quem exerce o controle efetivo, não devendo aceitar representantes legais ou intermediários como beneficiários finais, a menos que estes também atendam aos critérios de propriedade ou controle real.
Incorreto: Aceitar um consultor jurídico ou representante como UBO falha em identificar o risco real de lavagem de dinheiro, pois estes podem ser apenas testas de ferro. Classificar a conta como risco moderado apenas pela presença de um consultor ignora o risco inerente da jurisdição e da estrutura opaca. Validar apenas acionistas com mais de 50% é insuficiente, pois os padrões internacionais geralmente exigem a identificação de qualquer pessoa com 25% ou mais, ou qualquer pessoa que exerça controle efetivo por outros meios.
Conclusão: A identificação do beneficiário final deve sempre focar na pessoa natural que exerce o controle ou propriedade efetiva, superando estruturas corporativas complexas para mitigar o uso de empresas de fachada.
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Question 29 of 30
29. Question
Durante o processo de integração de um novo cliente corporativo, uma empresa de consultoria sediada em uma jurisdição de baixa tributação, o oficial de conformidade identifica que a estrutura de propriedade é composta por múltiplas camadas de holdings em diferentes países. O representante legal da empresa afirma que a identificação do Beneficiário Final (UBO) não é possível devido a cláusulas de confidencialidade rigorosas em sua jurisdição de origem. Diante desse cenário, qual deve ser a conduta do oficial de conformidade para mitigar os riscos de lavagem de dinheiro?
Correct
Correto: De acordo com os padrões do GAFI/FATF e as melhores práticas de KYC, a identificação e verificação do Beneficiário Final (UBO) são requisitos mandatórios. Em casos de estruturas complexas ou jurisdições de risco, a Devida Diligência Reforçada (EDD) deve ser aplicada para entender o propósito da estrutura e garantir que ela não está sendo usada como uma empresa de fachada para ocultar ativos ou facilitar a evasão fiscal.
Incorreto: Aceitar apenas diretores ou cartas de idoneidade falha em identificar quem realmente controla os ativos, aumentando o risco de lavagem de dinheiro. O monitoramento pós-abertura não substitui a obrigação de identificação prévia (onboarding). Ignorar a identificação do UBO com base em leis de confidencialidade locais viola os princípios fundamentais de conformidade e expõe a instituição a sanções regulatórias severas.
Conclusão: A identificação do Beneficiário Final (UBO) é um requisito inegociável do KYC, exigindo diligência reforçada em estruturas corporativas complexas ou opacas.
Incorrect
Correto: De acordo com os padrões do GAFI/FATF e as melhores práticas de KYC, a identificação e verificação do Beneficiário Final (UBO) são requisitos mandatórios. Em casos de estruturas complexas ou jurisdições de risco, a Devida Diligência Reforçada (EDD) deve ser aplicada para entender o propósito da estrutura e garantir que ela não está sendo usada como uma empresa de fachada para ocultar ativos ou facilitar a evasão fiscal.
Incorreto: Aceitar apenas diretores ou cartas de idoneidade falha em identificar quem realmente controla os ativos, aumentando o risco de lavagem de dinheiro. O monitoramento pós-abertura não substitui a obrigação de identificação prévia (onboarding). Ignorar a identificação do UBO com base em leis de confidencialidade locais viola os princípios fundamentais de conformidade e expõe a instituição a sanções regulatórias severas.
Conclusão: A identificação do Beneficiário Final (UBO) é um requisito inegociável do KYC, exigindo diligência reforçada em estruturas corporativas complexas ou opacas.
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Question 30 of 30
30. Question
Durante a revisão de due diligence para a abertura de conta de uma empresa de consultoria sediada em uma jurisdição de baixa tributação, um oficial de conformidade observa que a estrutura acionária é composta por múltiplas camadas de holdings e um trust discricionário. Embora a documentação básica tenha sido fornecida, a finalidade comercial da estrutura complexa não está clara e os ativos sob gestão são significativos, superando o faturamento declarado. Diante desse cenário e considerando as melhores práticas de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD), qual deve ser a prioridade do oficial de conformidade para mitigar os riscos associados?
Correct
Correto: Em situações que envolvem estruturas corporativas complexas, trusts e jurisdições de risco, é imperativo identificar o Beneficiário Final (UBO) — a pessoa natural que efetivamente controla a entidade. Além disso, a discrepância entre o faturamento e os ativos, somada à falta de clareza comercial, exige a aplicação de Due Diligence Reforçada (EDD), incluindo a verificação da origem da riqueza (Source of Wealth) e da origem dos fundos (Source of Funds) para garantir que a estrutura não está sendo usada como uma empresa de fachada para lavagem de dinheiro.
Incorreto: As outras opções falham ao não abordar o risco real. Validar apenas diretores nomeados é insuficiente, pois eles podem ser profissionais contratados sem controle real. O monitoramento simplificado é inadequado para clientes com sinais de alerta (red flags) de alta complexidade. Aceitar apenas a declaração do representante legal sem verificação independente contraria os princípios de ‘conheça seu cliente’ (KYC) em cenários de alto risco, onde a documentação formal pode ocultar o controle efetivo.
Conclusão: A identificação diligente do beneficiário final e a compreensão da lógica econômica por trás de estruturas complexas são pilares fundamentais para mitigar o risco de empresas de fachada.
Incorrect
Correto: Em situações que envolvem estruturas corporativas complexas, trusts e jurisdições de risco, é imperativo identificar o Beneficiário Final (UBO) — a pessoa natural que efetivamente controla a entidade. Além disso, a discrepância entre o faturamento e os ativos, somada à falta de clareza comercial, exige a aplicação de Due Diligence Reforçada (EDD), incluindo a verificação da origem da riqueza (Source of Wealth) e da origem dos fundos (Source of Funds) para garantir que a estrutura não está sendo usada como uma empresa de fachada para lavagem de dinheiro.
Incorreto: As outras opções falham ao não abordar o risco real. Validar apenas diretores nomeados é insuficiente, pois eles podem ser profissionais contratados sem controle real. O monitoramento simplificado é inadequado para clientes com sinais de alerta (red flags) de alta complexidade. Aceitar apenas a declaração do representante legal sem verificação independente contraria os princípios de ‘conheça seu cliente’ (KYC) em cenários de alto risco, onde a documentação formal pode ocultar o controle efetivo.
Conclusão: A identificação diligente do beneficiário final e a compreensão da lógica econômica por trás de estruturas complexas são pilares fundamentais para mitigar o risco de empresas de fachada.